Discussão do estado do concelho “virou” comício

Outubro 30, 2010 por admin  
Feito em Actualidade, Municipios, Política, Águeda

A assembleia municipal reuniu na sexta-feira, em sessão extraordinária, para discutir o estado do concelho, mas a discussão acabou por transformar-se numa espécie de comício, com o PS e PSD a disputarem quem mais fez pelo concelho.

 E, após uma longa maratona, de cerca de cinco horas, a sessão foi interrompida, dado o adiantado da hora, sendo retomada na próxima sexta-feira, dia 5, com mais uma vasto rol de assuntos a discutir.

(informação completa na edição impressa)

Divórcio entre CVP e Bombeiros de Águeda abordado na recepção na Câmara

Outubro 30, 2010 por admin  
Feito em Actualidade, Municipios, sociedade, Águeda

César Marques, presidente da Cruz Vermelha Portuguesa/Águeda sublinhou, durante a recepção da equipa cinotécnica na Câmara de Águeda, que “a preparação de socorro às vítimas depende da preparação e da formação que recebemos, Cruz Vermelha e Bombeiros” e que “estes exercícios devem fazer-se com mais frequência”.

Disse ainda que “em Águeda não é habitual mas é preciso intensificar estes treinos para que a prontidão do socorro seja imediata”, falando da necessidade de uma cooperação com os Bombeiros de Águeda, os quais não participaram no simulacro de soterramento.

Jorge Almeida, também responsável pela Protecção Civil municipal, tinha anteriormente falado em “trabalhar em conjunto” para aumentar a capacidade operacional. Voltou a usar da palavra para afirmar que, no divórcio CVP – Bombeiros, “estamos a resolver, pois não há má vontade de nenhum dos lados”.

(informação completa na edição impressa)

Simulacro de soterramento testa Cruz Vermelha

Outubro 30, 2010 por admin  
Feito em Actualidade, Municipios, sociedade, Águeda

O simulacro internacional com cães de busca em estruturas colapsadas, realizada na sexta à noite e no sábado na antiga fábrica Gresil, envolveu a participação de diversos agentes de protecção civil, resgatando 24 vítimas soterradas localizadas pelos binómios (cão/guia).

No final dos dois dias do exercício, foi realizado um briefing (balanço) final onde foram discutidos todos os exercícios pelas diversas equipas, detectadas as falhas e o que de bom foi feito e proveitoso para o caso de actuação em situação real. A avaliação foi muito positiva, em termos de logística por parte da Delegação de Águeda da Cruz Vermelha, bem como por parte dos operacionais do binómios e equipas de resgate da Cruz Vermelha, bem como da GNR e dos Escuteiros.

(reportagem na edição impressa)

Macieira de Alcoba turística: Título do Diário Popular concretiza-se 30 anos depois

Outubro 28, 2010 por admin  
Feito em Destaques, Freguesias, Macieira de Alcoba

“Macieira de Alcoba vai ser aldeia turística”. O título é da edição do Diário Popular de 15 de Setembro de 1977. A página exposta na parede do restaurante A Escola, espaço concebido na antiga escola primária da aldeia.

Hoje, 33 anos passados, o turismo é visto como essencial para contrariar a desertificação. O restaurante foi criado, por iniciativa da Câmara Municipal de Águeda, com esse objectivo. “A ementa é original, não é uma cozinha elaborada, primamos é na matéria prima”, afirmaram os proprietários António Novo e Zulmira Marques ao RA. Tentam, a todo o custo, preservar os sabores tradicionais da serra.

O restaurante tem funcionado há três anos como motor do desenvolvimento local. Macieira de Alcoba, a freguesia mais serrana do concelho de Águeda, tem actualmente outros bons exemplos e dá os primeiros passos para a implementação de um projecto de desenvolvimento sustentável: a criação da aldeia pedagógica do milho antigo. Tem também percursos pedestres, os quais têm sido atracção de turistas.

Macieira de Alcoba, com pouco mais de uma centena de habitantes, está a 25 quilómetros da sede do concelho, em plena serra do Caramulo.

(reportagem completa na edição impressa)

A desertificação… triste sina

Outubro 28, 2010 por admin  
Feito em Opinião

Quem não se lembra da Rua Fernando Caldeira  e da Praça Conde de Águeda, um dos locais mais aprazíveis da cidade?

Quem não se lembra do Largo do Botaréu, local paradisíaco junto ao Rio, com o seu frondoso arvoredo, onde no Verão se acolhiam os nosso visitantes, e os nativos tomavam o fresco junto ao seu Rio?

Quem não se lembra da Praça 1º de Maio, com os suas árvores acolhedoras que davam uma frescura nos longos dias de canícula e muitos aguedenses se deixavam na doce letargia de bem estar, numa das mais acolhedoras esplanadas da cidade?

Quem não se lembra do Jardim acolhedor no Largo Elísio Sucena com uma riqueza enorme de várias espécies de árvores entre elas um sem número de tílias frondosas, que falecerem recentemente?

Estes alguns exemplos, mas com certeza muitos mais haverá, que reflectem a triste sina que se abateu sobre Águeda-a-Linda desde há uns anos e que em nome duma renovação bacoca, e de argumentos fitosanitários muito duvidosos, tentam justificar o crime ambiental que é a destruição maciça destes seres que não se queixam, mas sofrem… é o aperto.

Na verdade triste sina se abateu sobre esta cidade, que vê de repente a destruição maciça de árvores sem a alternativa de renovação. No caso da Praça das Palmeiras, seres ainda muito jovens e cuja beleza era de facto insofismável, que qualquer cidade com sensibilidade ambiental mínima se orgulharia, o seu destino foi traçado por argumentos duvidosos de que as suas raízes estariam a destruir várias infraestruturas. Sendo assim a única solução foi a condenação imediata à deportação… assim foi o seu destino.

Também com argumentos deste tipo, que ouvimos de responsáveis, as árvores do Largo do Botaréu e recentemente do Largo 1º de Maio, incomodavam alguns transeuntes, pois no seu ciclo anual os pólenes e as resinas traziam inconvenientes, para alguns. Estes pequenos argumentos pesaram na sanha destruidora e desta vez esqueceu-se o bem e a beleza usufruída por todos e pronto … abatam-se. Não lhes deram oportunidade de defesa, nem ouviram outras opiniões e argumentos contrários. Posso…  quero… logo mando. É a senha dos chefes e aprendizes.

Decorrem agora grandes obras de remodelação no Largo Elísio Sucena, não conhecemos o que se passa, mas que envolve grandes despesas em época de crise não temos dúvidas, mas pelo que observámos mais uma grande fatia de árvores foi assassinada. Não tivemos oportunidade de contabilizar mas receamos pela vida de algumas frondosas tílias.

Agora o que temos a certeza é que mais uma vez se caiu na asneira de megalomanias, com obras que não sabem para que serve, à semelhança do actual Botaréu, que é um elefante branco, sorvedouro de verbas. Apenas vive duas vezes por ano, na festa do leitão e agitágueda, porque de resto a sua aridez, falta de gosto, não é capaz de acolher ou de atrair os aguedenses para o Rio.

Pensamos também nesta cidade tão pobre de Jardins e zonas verdes, que melhorias se introduziram, no Parque da Alta Vila para atrair a população, ou renovar a flora e a fauna do local? Nada ou muito pouco. Não teriam aqui melhor proveito as verbas que se esbanjam nestas obras junto ao rio?

Que se espera para a Praça António Breda? Nada se sabe, ou apenas se ouvem rumores que outra matança está na forja.

Quando em Portugal todas as cidades pugnam pelos seus jardins e árvores, veja-se a distinção de Viana de Castelo pela União Europeia, aqui destrói-se.

Que aconteceria em Lisboa se os responsáveis, com o argumento que as árvores libertam resinas, lançam pólenes ou destroem o passeios, mandassem abater as árvores da Avenida da Liberdade? Haja bom senso e humildade para ouvir outras vozes. O poder autárquico não é umbilical.

Crise, qual crise? , por José Marques Vidal

Outubro 27, 2010 por admin  
Feito em Opinião

1. Uma vítima de violência doméstica, fugindo do marido, foi colocada numa instituição com os dois filhos, longe do seu local de origem. Um mês depois arranjou uma ocupação, alugou uma casa e abandonou a instituição, á procura de uma nova estabilidade, de um novo rumo para a sua vida.

Ora, esta situação de sucesso, infelizmente muitas vezes não conseguida, transporta em si um caso estranho que foi a reacção da instituição. Primeiro quis que a dita vítima, assinasse um documento de estadia de seis meses , o que esta não fez, depois comunicou-lhe que deveria tirar os seus pertences do quarto de imediato, contra o pagamento de cerca de 200€, devido segundo a instituição, ao pagamento do jardim de Infância das crianças que usufruiriam do mesmo cerca de um mês uma e três dias a outra.

A situação é tão mais estranha, não só devido aos elevados valores, mas mais ainda, quando a Segurança Social com o nosso dinheiro, apoia a instituição e cobre algumas das suas despesas. Interpelada a direcção da instituição, não pela mãe dos menores, logo a atitude mudou, informando esta que as despesas estavam cobertas e tinham sido enviadas para a contabilidade.

Isto é, a instituição estava certamente a aproveitar-se dos dinheiros dos contribuintes, tentando receber em dois carrinhos, um só serviço prestado e que já estava pago pelo estado.

Crise de carácter!

 

2.            Uma senhora lavada em lágrimas, acode aos serviços, por não ter rendimentos que lhe possam cobrir as despesas com os dois filhos estudantes, a casa,  luz, gaz, agua, medicamentos para as maleitas que já não toma por não os poder comprar, carregando ainda consigo uma dívida de cerca de 100€ / mês de compras em tempos mal feitas. O seu rendimento disponível para alimentação, vestuário e vida sua e dos filhos, é de cerca de 170€ mês. Os serviços, cumprindo as leis, referem-lhe os gastos mal feitos anteriormente, os tempos de crise, as normas do RSI, não contribuindo em nada para a solução do problema, nem para a cura da depressão que transporta e lhe esfrangalha os nervos, pelos medicamento que não toma porque não tem dinheiro para os comprar.

Crise de sensibilidade!

 

3.            O senhor deputado da nação Ricardo Rodrigues, queixa-se de que os cerca de 60€ que recebe por dia (além do ordenado) para despesas de estadia em Lisboa, são manifestamente pouco, apelando a que a cantina da Assembleia da Republica esteja aberta no período nocturno, com as despesas de funcionamento inerentes, permitindo que faça refeições mais em conta.

Crise de estupidez crónica!

 

4.            O Estado após injectar milhões de euros do nosso dinheiro no BPN e BPP, salvando apostas de risco de banqueiros sem escrúpulos e de depositantes á espera da galinha dos ovos de ouro, vem agora em tempo de crise, em manifesta subserviência, ouvir essa classe de pessoas honestas e sem mácula que são os banqueiros, para que definam as formas de a resolver, sem que os seus interesses sejam postos em causa.

Crise de poder!

 

5.            O Poder politico (nós todos!), andou a brincar anos sem conta, ao agora mando eu, agora mandas tu, deixando que os detentores do dinheiro, este sem côr, se apoderassem do sub mundo dos negócios, dos interesses, dos compadrios, da corrupção, sugando o esforço de todos, sem dó nem piedade.

A crise é dos nossos valores, da falta de ética, do nosso individualismo, do assobiar para o lado, do não exercício pleno das nossas funções e responsabilidades.

A crise é nossa e não dos outros. A crise é também a oportunidade de reconstrução.

Não desista de ser honesto!

JOSÉ MARQUES VIDAL

presidente do PS/Águeda

Passadeira.vermelha@Águeda.pt , por Alberto Marques

Outubro 27, 2010 por admin  
Feito em Opinião

No meu imaginário, associo a “passadeira vermelha” a cerimónias protocolares ou eventos cheios de elegância e glamour, onde se pretende dar uma grande relevância aos ilustres convidados que por ela desfilarão. Retenho na memória inúmeros momentos marcantes, desde os habituais desfiles de vaidades nos Óscares de Hollywood, ou nos Emmys, até às recepções oficiais a chefes de estado ou líderes religiosos, como o Papa ou o Dalai Lama. A “passadeira vermelha” é presença habitual, seja à saída do avião ou à porta dos palácios, atestando o respeito e, por vezes, a reverência que os dignitários merecem junto dos anfitriões. A origem da designação de “passadeira vermelha” deve-se ao facto de a sua cor, anteriormente púrpura, se obter a partir de um molusco originário do Mar Vermelho. Este molusco, espécie rara, de imediato ficou associado às classes mais elevadas, a reis e a imperadores.

Vem esta alusão à “passadeira vermelha” a propósito das famosas “vias cicláveis” com que a Câmara Municipal de Águeda resolveu presentear os habitantes da cidade. Com efeito, depois das placas metálicas embutidas no chão com o símbolo de uma bicicleta, têm surgido nas principais artérias da cidade as faixas vermelhas destinadas a estes velocípedes. Primeiro de um lado, depois do outro, em ruas mais estreitas e nas avenidas, nas rotundas, nos locais de estacionamento, enfim, o tapete vermelho vai sendo desenrolado a eito, perante a incredulidade dos munícipes que coçam a cabeça tentando entender como aquilo irá funcionar.

Para começar, as vias cicláveis parecem-me demasiado estreitas. Os ciclistas que, apesar de tudo, venham a utilizar esta aberração, terão que concentrar-se nas pedaladas, para não saírem do exíguo trilho que lhes é proporcionado. E nem pensem em ultrapassar os colegas mais lentos – não há espaço… Além disso, as imensas descontinuidades devido às passadeiras de peões, e entradas de garagens, acabam por tornar ainda mais confusa a “rota encarnada” à disposição dos ciclistas. E nas rotundas? Os ciclistas passam a ter prioridade estando na via ciclável assinalada? Se sim, antevejo o caos rodoviário; se não, então para que servem as faixas? E o que dizer da qualidade do piso agora pintado? Em alguns troços, pintou-se onde foram tapadas anteriores valas abertas nas ruas. E todos sabemos que, apesar de existir uma empresa especializada em “analisar os buracos”, as repavimentações são de péssima qualidade.

Um dos principais problemas destas pistas é o impacto que causarão ao nível do estacionamento dos automóveis. Muitos dos lugares disponíveis (já de si insuficientes) contam agora com a vistosa faixa vermelha. E agora? Como é que isto funciona? O estacionamento passa a ser proibido nestes lugares? Ou os ciclistas terão que se desviar dos veículos estacionados? E se assim for, qual a finalidade das pistas cicláveis?

Resta, ainda, a questão estética. Numa cidade, há décadas espartilhada e atrofiada pela visão ortodoxa de alguns arquitectos iluminados, o que dizem os puristas do urbanismo sobre o impacto visual destas pistas? Experimentem, por exemplo, subir a Avenida Calouste Gulbenkian, desde a rotunda do Gato Preto, e olhem para cima. A única esperança é que, mais uma vez, a tinta seja de fraca qualidade e acabe por desbotar…

Acredito que seria possível criar pistas cicláveis em zona mais apropriadas, e com dimensões adequadas. Exemplos? Há muitos: junto às margens do rio, nos Abadinhos, junto ao Estádio Municipal, no Souto do Rio, ou em ruas pedonais, só para referir locais junto à cidade. Mas também poderiam funcionar em muitas freguesias, onde existem trajectos propícios a este desporto. Numa abordagem talvez mais controversa, poder-se-ia seguir o exemplo de Viseu, onde foi criada uma “eco-pista” no antigo traçado da linha de comboio. Isto, claro, se o declínio da utilização do comboio levar ao encerramento das actuais linhas. Haverá, certamente, espaço para pistas de todos os tipos, mais ou menos radicais, mais ou menos exigentes, mas a salvo dos constantes ziguezagues aos automóveis e peões, a que, inevitavelmente, as actuais pistas conduzirão os ciclistas.

Numa assembleia municipal recente, quando questionado sobre estas “vias cicláveis”, o Presidente da Câmara respondeu que tinha havido um problema com a qualidade da tinta utilizada, e que, em breve, recomeçaria a pintura, agora com uma tinta mais adequada. O que o Presidente da Câmara não percebeu é que o estavam a questionar sobre a existência das tais “vias”, e não sobre a durabilidade da tinta utilizada. Como o regimento da Assembleia Municipal dá sempre a última palavra ao presidente do executivo, e impede o contraditório por parte dos restantes membros, o que ficou foi mais uma pergunta sobre alhos, respondida com bugalhos.

E ainda há a questão, sempre pertinente nestes tempos de conturbada discussão orçamental, dos custos desta extravagância. Quando o executivo municipal nos informar de quanto custarão estas “passadeiras vermelhas”, sempre quero ver a reacção dos munícipes. Não conheço os contornos desta adjudicação, mas reparei, por exemplo, que os “pintores” andaram a trabalhar fora de horas, e até no fim-de-semana… Não me cheira que isto fique barato…

Tenho a impressão que só mesmo o Presidente da Câmara e a mente ilustre que terá tido a colorida ideia de nos desenrolar estes tapetes vermelhos, ainda estarão convictos da sua utilidade. Por mais que tente, não consigo perceber a funcionalidade de tal “infra-estrutura”. A minha última esperança é que o tal molusco do Mar Vermelho se esconda muito bem, e que assim se esgote a matéria-prima da tinta vermelha… Acreditem que não é um desejo fácil para mim, que até sou adepto do Benfica…

ALBERTO MARQUES

vice-presidente do PSD/Águeda

Ciclismo: Dois recordes batidos nos mundiais de pista em Sangalhos

Outubro 27, 2010 por admin  
Feito em Desporto, modalidades

Dois recordes do mundo foram já batidos no campeonato do mundo masters de pista, que decorre desde esta terça-feira no Velódromo de Sangalhos. Ambos foram alcançados no primeiro dia da competição, na disciplina de contra-relógio.

O britânico David Le Grys fez o tempo de 35s040 em 500 metros, categoria homens 55-59 anos.

Na mesma distância, a australiana Charlene Smith fez 51s875, batendo o recorde mundial na categoria mulheres 70-74 anos.

Estão inscritos 317 atletas de 27 nacionalidades diferentes. As maiores representações são a Grã-Bretanha (64 atletas ), Estados Unidos da América (57) e Austrália (38). Portugal irá ter quatro atletas em prova.

Os atletas – 283 homens e 34 senhoras, sete dos quais com mais de 75 anos – irão ter a oportunidade de disputar seis disciplinas: velocidade, contra-relógio, perseguição individual, scratch, pontos e velocidade por equipas. Até domingo.

(informação completa na edição impressa)

Empresários protestam contra cortes no fornecimento de energia eléctrica

Outubro 27, 2010 por admin  
Feito em Actualidade, economia, sociedade

A Associação Empresarial de Águeda enviou uma carta ao presidente da EDP, a reclamar pelo “mau serviço de fornecimento de electricidade prestado às empresas”, pedindo que a empresa “assuma a responsabilidade da deficiente qualidade do serviço que presta” e “assuma os prejuízos que os cortes originam e efectue os investimentos necessários para que situação idêntica não se repita”.

Refere o presidente da associação, Ricardo Abrantes, que “nos últimos meses tem sido frequentes as interrupções e micro-cortes no fornecimento de energia eléctrica no concelho de Águeda” e que “uma das freguesias mais atingidas tem sido Barrô e em particular a ZI de Vale do Grou”.

(informação completa na edição impressa)

Homem detido em Vale Domingos

Outubro 27, 2010 por admin  
Feito em Actualidade, Municipios, sociedade, Águeda

Um homem de 42 anos foi detido pela GNR de Águeda, na manhã do dia 25, em Vale Domingos, quando estava a furtar artigos numa empresa desactivada.

Após terem conhecimento de que um indivíduo se encontrava no interior das instalações de uma empresa desactivada, os militares dirigiram-se para o local e detiveram-no. Foram-lhe também apreendidos 487 gramas de cannabis.

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