Autarcas e voluntários para o dia “Limpar Portugal”
Março 5, 2010
por admin
Feito em Actualidade, Agadão, Aguada de Baixo, Aguada de Cima, Barrô, Belazaima do Chão, Borralha, Castanheira do Vouga, Espinhel, Fermentelos, Freguesias, Lamas do Vouga, Macieira de Alcoba, Macinhata do Vouga, Municipios, Ois da Ribeira, Préstimo, Recardães, Segadães, Travassô, Trofa, Valongo do Vouga, sociedade, Águeda
A Câmara de Águeda promoveu uma reunião para definir as equipas coordenadoras na iniciativa Limpar Portugal (Grupo de Águeda), contando com a presença de diversos presidentes de Junta e de voluntários já inscritos. O objectivo foi definir as equipas coordenadoras, por freguesia, que ajudarão a desenvolver localmente o projecto no próximo dia 20.
No âmbito da iniciativa “Limpar Portugal”, foram já foram identificadas várias lixeiras no concelho de Águeda. A Câmara solicitou a colaboração dos presidentes de Junta de Freguesia para verificarem se os locais identificados estão correctamente georreferenciados e identificarem outros locais. “Este processo é muito importante, pois só assim sabemos para onde vamos e, mais importante ainda, para onde levamos os nossos voluntários”, referiu Jorge Almeida, a propósito das acções a realizar no dia 20 de Março próximo. A iniciativa terá “pessoas de todas as idades, desde crianças a idosos”.
(mais informação sobre a iniciativa na edição impressa)
Desaparecem os lagares mas sobra a azeitona
Outubro 29, 2009
por admin
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Contrariando a tendência dos últimos anos, este é um ano de muitas azeitonas nas oliveiras. Depois de 1991, foi preciso esperar 14 anos (2005) para voltar a ver as oliveiras da freguesia de Macinhata com fruta em abundância, revivendo a prática de “ripar” as oliveiras e de “curtir” azeitonas.
No ano seguinte, em 2006, voltou a haver algumas azeitonas, embora em muito menor quantidade. Este ano 2009, volta-se a ver a beleza das oliveiras com inúmeros frutos, para grande satisfação da população. Torna-se então a ouvir entre as pessoas os termos “curtir a azeitona” – preparar e deixar de molho em líquido adequado as azeitonas para posterior consumo; e “ripar as azeitonas” – operação de empurrar as azeitonas dos ramos, para cima dos panos, no chão.
Ainda existe no lugar do Béco um lagar de azeite, mas que foi encerrado já há muitos anos (cerca de 18) e agora encontra-se totalmente abandonado. Com as normas ambientais impostas pela União Europeia, era inevitável adaptar e modernizar o lagar. Simultaneamente a esta situação, o encerramento do mesmo quase que coincidiu com o “jejum” de 14 anos sem azeitonas na freguesia.
FILIPE CORREIA
(informação completa, com depoimentos, na edição impressa)
Mais comboios na Linha do Vouga
Setembro 24, 2009
por admin
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Da segunda reunião da equipa de trabalho do estudo da REFER para a requalificação da Linha do Vale do Vouga, realizada em Águeda, resultou um acordo alcançado com a CP, para que ocorra um aumento do número de comboios, que começará a incluir no seu trajecto todo o troço Aveiro-Sernada.
O encontro contou com representantes das autarquias de Águeda e Aveiro, da CP, da REFER, Ferbritas e Trenmo.
Segundo informações prestadas pela Câmara de Águeda, a principal novidade vai para o No horário actual, o primeiro comboio a sair de Aveiro com destino a Águeda parte às 7h35, chegando ao destino às 8h15, “verificando-se, assim, que não é uma solução de transporte para as muitas pessoas que trabalham nas empresas de Águeda”. Com os novos horários, prevê-se que o primeiro comboio saia de Aveiro às 6h45, chegue a Águeda às 7h22 e a Macinhata do Vouga às 7h41.
Por sua vez, actualmente, o último comboio que parte de Águeda para Aveiro é às 18h32 e chega às 19h10. Com o novo horário haverá mais um comboio, que passará em Macinhata do Vouga pelas 18h58 e em Águeda às 19h17, chegando a Aveiro às 19h54.
“Com esta mudança, entrará em toda a linha um serviço de comboios frequentes e com horários adequados às necessidades da população”, faz notar a Câmara de Águeda. “Em breve, teremos 11 comboios por dia, em cada um dos sentidos, com horários a preencher praticamente todas as horas, servindo todas as freguesias abrangidas pelo troço Aveiro-Sernada, da Linha do Vouga”.
(informação completa na edição impressa)
Novo director das escolas de Valongo fala em “constrangimentos” na educação
Julho 9, 2009
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António Portela dos Santos, o novo director do Agrupamento de Escolas de Valongo do Vouga, considerou que “o quotidiano das escolas está prenhe de constrangimentos”, designadamente “ao nível do elevado número de disciplinas a que, no 3.º CEB, estão obrigados os alunos, ao nível do elevado número de turmas a que alguns professores estão sujeitos, entre muitos outros aspectos”.
O docente falava no acto de posse do cargo, um desafio que considerou “exigente”. Disse repudiar “uma escola de falsas ilusões, que não promove a cultura, o método, o rigor, a exigência, a disciplina e o trabalho”. Por isso, considerou que “tem que se encontrar estratégias que reduzam os efeitos menos positivos que estes constrangimentos geram”.
(informação completa na edição impressa)
De volta à escola aos 87 anos
Maio 28, 2009
por admin
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Alfredo Costa, aos 87 anos, frequenta o Centro de Novas Oportunidades de Águeda. O RA colocou-lhe cinco questões e encontrou uma pessoa com uma fascinante história de vida.
P> O que é que o motivou a voltar a estudar aos 87 anos de idade?
R> O conhecimento e a investigação sempre me fascinaram. Estive em Angola cerca de 30 anos, lá tirei o 12º, mas não me dei por satisfeito. Trabalhava numa empresa ligada à engenharia civil e o meu patrão, que sabia que eu gostava muito de geologia, incentivou-me a tirar um curso de geologia dirigida a minas. Entrei no Instituto Tecnológico de Angola, onde estudei durante dois anos e meio. Trabalhava de dia e estudava à noite, mas acabei por não aguentar esse ritmo e desisti. Dediquei-me à investigação em Angola. Em 1975 regressei a Portugal, a Macinhata do Vouga, onde resido. Em Agosto desse ano tive que ir a Angola para trazer um carro que tinha comprado e aproveitei a ocasião para ir ao Instituto pedir um certificado do tempo que estudei lá. A independência de Angola dar-se-ia três dias depois de vir embora, quando lá cheguei todos os professores europeus se tinham ido embora porque estava previsto um “assalto” das tropas de oposição. Fiquei sem nada. Em função disso, resolvi agarrar agora esta oportunidade.
P> Como descreve a experiência deste regresso à escola?
R> Foi óptima. Concluí o nono ano, mas não vou continuar, porque sei que vou aprender coisas que não me vão ser muito úteis nesta fase. A minha memória já não me permite aprender certas disciplinas, como o Inglês. Tenho a imaginação no topo e a memória de rastos…
P> O que é que ganhou com esta experiência?
R> Além do que aprendi, o convívio. Gostava de dar parabéns a toda a equipa da Marques Castilho por esta bela iniciativa. Do que vi da Marques Castilho é a fina flor das escolas do concelho de Águeda. Por esse facto os meus parabéns.
P> Como ocupa os seus dias?
R> Leio jornais e consulto livros técnicos. Leio em média 90 jornais por mês e não prescindo do meu café diário para me manter em forma. Além disso, dedico-me à escrita. Estou a terminar o meu quarto livro. Tenho uma casa e uma família que me ocupam o tempo. Tenho sempre coisas para fazer e tenho uma horta para fazer investigação.
Sou membro da Associação Portuguesa de Criatividade e já recebi vários prémios. Desenvolvi cerca de 40 inventos, entre eles, um sistema de produção de energia eléctrica, que não tem limitações naturais e pode ser montado em qualquer local do planeta. A minha vela de ignição de automóveis para evitar encharcamento dos carros recebeu uma medalha de prata dourada no salão internacional de inventores, em Bruxelas. Um outro invento que vi premiado no mesmo local foi a plataforma que desenvolvi para piso de aviões quando o tren está avariado.
Neste momento, estou a criar uma casa flutuante antisismica que pode baixar no local onde está até o teto ficar ao nível do terreno.
P> Aconselharia esta experiência?
R> Sim, sem dúvida. É bom aprender, mantermo-nos ocupados e desenvolver o raciocínio.
Lembro-me de na escola primária a professora nos levar para os campos apanhar flores silvestres. Não queria nenhuma repetida e entrávamos em competição para ver quem ganhava. Levava-nos às pinhas, a apanhar carochas… mas o certo é que levava os alunos a exame e ficávamos todos bem. Tenho pena que os alunos tenham deixado de ir para os campos… Dentro de cada um de nós há uma costela de investigador. É muito saturante estar muito tempo dentro de uma aula. A liberdade dá muito mais incentivo aos alunos para estudarem. Não há pássaro e planta que eu não conheça…
Linha do Vouga para encerrar a partir de Águeda?
Maio 14, 2009
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Assalto compromete continuidade do Grupo Folclórico e Etnográfico
Janeiro 23, 2009
por admin
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A sede provisória do Grupo Folclórico e Etnográfico de Macinhata do Vouga (GFEMV) foi assaltada, tendo causado um prejuízo de milhares de euros em termos patrimoniais.
Os larápios forçaram a porta lateral, para garantir o acesso ao interior do salão paroquial, onde o grupo faz semanalmente os seus ensaios e onde tem actualmente todo o seu património.
(informação completa na edição impressa)
Um comboio parado no tempo
Dezembro 4, 2008
por admin
Feito em Albergaria-a-Velha, Arquivo, Aveiro, Espinhel, Freguesias, Macinhata do Vouga, Municipios, Ois da Ribeira, Sever do Vouga, Travassô, Trofa, Valongo do Vouga, Águeda
Com horários desajustados e servida por carruagens vandalizadas, a circulação é gerida “à vista”, ou melhor, pelo telefone: nas estações, na maioria fechadas, o revisor sai da automotora para telefonar para Sernada do Vouga a avisar que o comboio vai seguir.
A Linha do Vouga tem outras particularidades como uma caricata rotina, nas passagens de nível entre Sernada do Vouga e Oliveira de Azeméis, em que o manobrador chega mais depressa do que o comboio: é que tem de ir à frente fechar as cancelas.
Ainda é assim, por exemplo, na estação de Albergaria-a-Velha - que, de portas fechadas, nem os horários tem afixados de forma visível.
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Câmara pavimenta estradas em Macinhata
Novembro 1, 2008
por admin
Feito em Arquivo, Macinhata do Vouga
A Câmara Municipal de Águeda procedeu à repavimentação de diversos arruamentos na freguesia de Macinhata do Vouga: rua do Emigrante (rua que vai da Fundição para o lugar de Jafafe), na rua da Liberdade, na rua do Valinho e na rua entre Quintas. Procedeu ainda à pavimentação do estacionamento e zona envolvente no parque de Jogos 1º de Maio.
População de Serém quer segurança no IC2
Novembro 1, 2008
por admin
Feito em Freguesias, Macinhata do Vouga
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