“A democratização da mobilidade individual produziu-se em Águeda”

Motas antigas

Foi inaugurada no sábado, no Centro de Artes de Águeda, uma exposição sobre a bicicleta motorizada, que procura relevar e fazer justiça ao papel que Águeda teve na vida das pessoas no século XX, proporcionando a mobilidade individual a um maior número de cidadãos. Estará patente até 26 de abril, com entrada livre

A exposição “Águeda e a democratização da mobilidade individual”, inaugurada no sábado no Centro de Artes de Águeda, dá continuidade a uma primeira iniciativa que decorreu em 2018 com inegável sucesso no espaço expositivo do equipamento cultural aguedense.

Vai buscar uma parte significativa da história que mais orgulha Águeda e o seu concelho.
“A indústria nacional de ciclomotores e de motociclos deu os primeiros passos no início do século XX, acompanhou o mesmo com altos e baixos, e praticamente

extinguiu-se no final do mesmo”, lê-se no lançamento da exposição. “A tradição metalúrgica e o empreendedorismo da região de Águeda proporciona ao país o desenvolvimento de um importante tecido empresarial ligado às duas rodas, relacionado com as transformações económicas vividas pela região desde finais do século XIX”.
A visita da exposição é mergulhar na capacidade que Águeda teve em se diferenciar como um espaço de desenvolvimento e de oportunidades, com influência no dia-a-dia das pessoas em todo o país e até no estrangeiro. É regressar ao tempo em que se dizia com indisfarçável orgulho que “Águeda é o país!”
“Da bicicleta e dos seus componentes até à sua motorização e propagação por todo o território nacional, ultramarino e estrangeiro” – refere o lançamento da exposição – considerando justamente que “a democratização da mobilidade individual produziu-se em Águeda”.

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