Acessibilidades precisam melhorar em Águeda

Empresa Sakthi em Águeda

Jorge Fesch, CEO da Sakthi Portugal, considera que o “parque empresarial do Casarão, com características únicas no país, é particularmente atrativo”, mas elege as acessibilidades como uma melhoria a ter em conta no futuro.

Jorge Fesch, CEO da Sakthi Portugal

Jorge Fesch, CEO da Sakthi Portugal

“Tanto quanto me tem sido dado a saber, há imensas empresas com múltiplas atividades, que se juntam ao projeto” do parque empresarial do Casarão, “e as acessibilidades, como outras coisas, vão precisar de alguma adequação que eu integraria num programa de melhoria continuada”, referiu Jorge Fesch, em entrevista recente ao Região de Águeda (edição de 1 de fevereiro). “Referia-me às acessibilidades, mas certamente teremos outras, como as comunicações, o ferroviário, uma aposta que acho que, a seu tempo, poderia privilegiar muito o concelho de Águeda”.

A nova fábrica da Sakthi Portugal é inaugurada sábado, dia 18 de fevereiro, no Casarão, pelo primeiro-ministro António Costa, que em visita anterior ao local não deu seguimento à velha reivindicação dos autarcas locais na construção de ligações rodoviárias apropriadas aos principais eixos (A1 e A25), bem como ao porto de Aveiro (pela capital do distrito).

Águeda é servida pelo IC2, estrada muito congestionada na ligação a outros centros urbanos e às principais vias rodoviárias. Por outro lado, tem décadas a pretensão de Águeda dispor de uma via rodoviária de ligação a Aveiro mais apropriada às necessidades atuais. O troço da linha ferroviária do Vouga que liga Águeda a Aveiro tem limitações, condicionando uma efetiva e útil ligação com a Linha do Norte, a centros urbanos e a infraestruturas aeroportuárias.

(entrevista completa na edição de 1 de fevereiro – versões e-paper e impressa)
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