Acusado de alvejar mortalmente ex-companheiro da filha aguarda julgamento em prisão domiciliária

O engenheiro agrónomo que estava em prisão preventiva por suspeita de ter alvejado mortalmente o ex-companheiro da filha, em Oliveira do Bairro, vai passar a aguardar julgamento em prisão domiciliária, disse esta sexta-feira fonte judicial.

A nova medida de coação resulta de uma decisão do Tribunal da Relação de Coimbra que deu provimento a dois dos três recursos apresentados pela defesa, a pedir a substituição da prisão preventiva por outra medida de coação menos gravosa, nomeadamente, a obrigação de permanência na habitação com recurso a vigilância electrónica.

No passado mês de Julho, o Tribunal de Instrução Criminal de Águeda decidiu levar a julgamento o suposto homicida, pronunciando-o pela prática de um crime de homicídio simples, cuja pena máxima prevista não ultrapassa os 16 anos de prisão, e por posse de arma proibida.

O Ministério Público tinha acusado o engenheiro agrónomo de 63 anos do crime de homicídio qualificado, punível até 25 anos de prisão.

O crime ocorreu em 5 de Fevereiro, no parque da Mamarrosa, em Oliveira do Bairro.

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