AEA reclama pelas estradas e saneamento

A Associação Empresarial de Águeda (AEA) protestou junto do presidente da Câmara Municipal de Águeda sobre  “a necessidade urgente de se proceder à reparação das estradas do concelho que se encontram em muito mau estado de conservação”.

A AEA fala “especialmente” das seguintes vias: estrada na zona industrial (ZI) de Assequins – “está transformada pelas raízes das árvores e não possui iluminação pública -; rua do Vale do Lobo; estrada entre o centro da Aguada de Cima e as Almas da Areosa; rua fronteira de Barrô (“estrada que serve um grande número de empresas e que se encontra em terra batida”); rua de Belazaima do Chão e falta de sinalética vertical; estrada da ZI de Oronhe; estrada na Quinta da Cruzinha em Arrancada do Vouga.

“Além do estado deficiente destas vias, salientamos também a inexistência de Ecopontos nos seguintes locais: ZI de Barrô; ZI da Borralha; Vale do Grou; Raso de Paredes; Assequins”, sublinhou a AEA, que apelou ao presidente da Câmara para que “sejam tomadas as medidas necessárias com vista à resolução dos problemas identificados”.

 

FALTA DE SANEAMENTO

 

A associação presidida por Ricardo Abrantes questionou também a autarquia municipal sobre “a falta de saneamento que ainda se verifica em alguns locais do concelho, particularmente nas zonas industriais de Raso de Paredes e de Assequins, e que vem afectando inúmeras empresas aí sediadas”.

Para a AEA, “num concelho como este e na vivência tecnológica actual, é inconcebível que ainda hoje haja motivo para se reclamar da falta de uma infra-estrutura básica”. Para a associação, “é evidente que o que não se vê à superfície parece não existir, e infelizmente ainda há quem valorize apenas as obras aparatosas. Também há quem exija das empresas a defesa do ambiente, esquecendo-se das suas próprias obrigações nessa matéria. Se nada se fizer quanto a isso, as fossas sépticas vão criar raízes”.

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