Águeda gasta mais energia que a média nacional e deve apostar nas energias alternativas renováveis

O município de Águeda consome mais energia para produzir a mesma riqueza criada em Portugal; a indústria é responsável por mais de metade do consumo e pela emissão de 53% de CO2 para a atmosfera; e o aumento da eficiência energética passará pelo aproveitamento das energias renováveis  provenientes da água, do vento, do sol e dos resíduos florestais – recursos esses que estão… à “mão de semear”.

Estas são as conclusões de um estudo sobre a matriz energética do município de Águeda, desenvolvido na sequência do Pacto dos Autarcas que a Câmara Municipal assinou em Hamburgo.

Reduzir o consumo energético através de uma maior eficiência energética e “efectuar uma aposta clara no sector das energias alternativas” renováveis – como as solar (térmica e fotovoltaica), hídrica, aeólica e biomassa florestal –, são “orientações futuras” para que Águeda possa apresentar uma “matriz energética” semelhante aos grandes centros urbanos e conseguir criar riqueza.

(informação completa na edição impressa)

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