Andebol: Árbitro André Nunes ambiciona elite europeia

André Nunes (Foto de António Oliveira)

André Nunes, jovem de 25 anos que é árbitro de andebol de elite, considera que “ser árbitro não é só pegar num apito e arbitrar de acordo com um livro, é saber guiar homens e mulheres de maneira a que um jogo se torne um espetáculo, sendo o bom senso a sua arma de eleição”. Para já, atingiu o nível 4, o máximo nacional. O aguedense é jovem árbitro da federação europeia, dirige jogos da principal liga portuguesa e está prestes a tornar-se árbitro internacional – o grande objetivo imediato

“Desde muito cedo comecei a arbitrar jogos, no ensino básico no desporto escolar, desde futsal a basquetebol e, claro, o andebol”, contou André Nunes ao Região de Águeda. “Nessa altura fiquei com o ‘bichinho do apito’ e também do andebol. Era a modalidade que mais que gostava de arbitrar, talvez pelo facto de, naquela altura, um árbitro tomar imensas decisões e pela velocidade de jogo que o andebol acarreta”.
André Filipe de Amorim Nunes (André Nunes) nasceu em 22 de dezembro de 1991 (25 anos). É de Travassô, reside em Oiã e é ferramenteiro. Está no primeiro ano da licenciatura em engenharia de produção industrial no ISVOUGA (Santa Maria da Feira). Iniciou a carreira de árbitro de andebol em 2008. Como jogador, iniciou-se no Agrupamento de Escolas de Valongo do Vouga em 2003/04 e representou a antiga Académica de Águeda nas épocas seguintes. Foi ainda praticante de futebol (Recreio de Águeda e Valonguense) e de futsal (Travassô).

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FOTO: André Nunes (Foto de António Oliveira)

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