António Martins critica funcionamento da assembleia municipal em Águeda

António Martins

“Dos alguns anos que por cá ando e das assembleias municipais de Águeda de que fiz parte esta será das mais medíocres”, considera António Martins, membro eleito pelo CDS/PP. “Esta fica a anos-luz de outras, mesmo daquelas em que, onde era particularmente difícil e penoso fazer oposição perante um PSD maioritário e, por isso, insensível ao argumento e à razão”, acrescentou.

O representante do CDS/PP direcionou a sua intervenção sobre o estado do concelho de Águeda para o funcionamento da assembleia municipal. Acusou o presidente do órgão, Francisco Vitorino, eleito pelo PS, de permitir “dissertações e ataques despropositados e desproporcionados ao governo”, numa “clonagem” à Assembleia da República.
António Martins considera que se requer “um grau de exigência superior “ a Francisco Vitorino “no acesso a estudos, relatórios e informação que quando requerida ao executivo não é, ostensivamente, dada pelo senhor presidente da Câmara”. Deu como “lamentável” exemplo o estudo da AdRA, “há muito nas mãos do presidente da Câmara” e já pedido pelo grupo municipal do CDS-PP.
António Martins quer ter acesso aos “reais e analíticos custos” da AM, designadamente “quanto custa cada deputado, quais são os custos de representação dos membros desta AM, quais as ajudas de custo decorrentes da representação da Assembleia”. Justificou: “Assim, cada um estaria capacitado a fazer uma introspeção para avaliar se vale aquilo que custa ou se custa mais do que aquilo que vale”.
(leia mais nas edições e-paper e impressa)

Autores

Notícias Relacionadas

*

Top