Associação de Surdos apreensiva com nova sede

minigolfe surdos

Os sócios da Associação dos Surdos de Águeda reuniram em assembleia geral, na sexta-feira, dia 23, tendo aprovado, por unanimidade, o programa de ação e o orçamento previsional para 2019.

O programa vem na continuidade dos anos anteriores havendo um reforço na formação de minigolfe, pois há forte probabilidade de um grupo de associados da ACSA representarem Portugal no 2º campeonato mundial de minigolfe para surdos, que vai decorrer nos dias 26 e 27 de abril, em Bamberg, na Alemanha, numa organização da WMF, dando cumprimento à promessa feita em maio deste ano, na Costa Nova, por Gerhard Zimmerman, presidente da WMF, na cerimónia de encerramento do 1º campeonato europeu de minigolfe para surdos, que se realizou em Portugal, numa organização conjunta da EMF e do Clube Minigolfe da Costa Nova e da Associação dos Surdos de Águeda que também foi a seleção que representou Portugal.
O orçamento de 2019 prevê gastos no valor de 19.026,30 euros e de rendimentos de 25.126 euros, com um saldo previsional de 6.099,62 euros. A grande novidade está relacionada com o plano de investimentos, estando previsto um gasto de 100 mil euros, sendo que 70 mil são prevenientes de fundos próprios e 30 mil de donativos ou de candidaturas.

SEDE É PREOCUPAÇÃO

Fonte da direção informou que tal investimento se destina a encontrar uma sede própria que é uma velha aspiração dos surdos e que a verba própria existente provém de uma medida criada por Pedro Marçal que era presidente da direção no ano de 2004 quando a ACSA se mudou de Além da Ponte para o mercado municipal. Como as instalações foram cedidas gratuitamente pela Câmara Municipal foi decidido que o valor das rendas que eram suportadas pela ACSA servissem de fundo para uma futura sede. “Chegou a hora de serem utilizadas, mas não vão chegar para metade”, refere a mesma fonte.
Os muitos sócios presentes na assembleia foram informados, pela direção, da novidade que tinha sido transmitida pela câmara municipal numa reunião com todas as associações com sede no mercado de que teriam que deixar as instalações no final do ano de 2019 para se iniciarem as obras de reabilitação do mercado.
A todos foi solicitada a colaboração para procurarem um terreno ou edifício onde possa funcionar a sede ou outra solução para a direção apresentar à câmara numa reunião com as associações que vai decorrer em janeiro.

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