Autópsias, porque demoram tanto?

O que justifica a família do bebé de três meses do Gravanço, falecido no domingo, ter de esperar até quinta-feira para lhe fazer o funeral? É a esta pergunta que tentamos responder esta semana, ouvindo para isso os principais protagonistas de uma cadeia que envolve polícia, agentes funerários, Ministério Público e Gabinete Médico Legal.

“É um atentado à dignidade das pessoas” e “intolerável o que está a passar-se”, para o padre José Camões, para quem a demora “tem que ser alvo de reflexão”.

A reportagem do Região de Águeda – “Autópsias que tardam… famílias em sofrimento” – pode ser lida na íntegra na edição impressa de 29 de Janeiro. Com declarações do Procurador da República do Círculo Judicial de Anadia, que quer ter conhecimento de atrasos injustificados.

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