Câmara de Águeda em avaliação

Câmara Municipal de Águeda

O relatório externo sobre a situação económica e financeira do município de Águeda, referente ao primeiro semestre de 2018, revela um “resultado líquido positivo” de 1,1 milhão de euros mas um “baixo grau de execução orçamental”, devido à “reduzida obtenção” de financiamento comunitário

O mapa de execução orçamental do primeiro semestre de 2018 evidencia um total de 11,6 milhões de euros de despesa paga e um total de 12,7 milhões de receita cobrada por parte da Câmara de Águeda.
Face a igual período do ano passado, as percentagens de despesas correntes e de despesas de capital diminuíram, com especial evidência para a última, que caiu para metade. “As rubricas com maior representação ao nível da despesa paga do município são as despesas com pessoas e a aquisição de bens e serviços, representando cerca de 35% e 27%, respetivamente”, refere o relatório.
Nas receitas, aumentaram as receitas correntes em quase quatro por cento e as receitas de capital caíram para metade, face ao primeiro semestre de 2017. “O baixo grau de execução orçamental ficou a dever-se à reduzida obtenção de receitas com apoios de fundos comunitários de projetos cofinanciados”, refere o relatório. Há, contudo, uma fatia de “outras receitas” que representa um encaixe de dois milhões de euros.
Na análise financeira, as dívidas de terceiros diminuíram face a junho de 2017 (quase dois milhões de euros) e a dívida municipal registou um decréscimo de 3,2 milhões de euros no mesmo período: a Câmara devia 8,8 milhões em junho de 2017 e 5,6 milhões em junho de 2018. “Salienta-se a redução das dívidas a instituições de crédito em 833.8146,45 e a diminuição das dívidas a fornecedores, incluindo o imobilizado, em 1.791.585,40 euros”, refere o relatório.

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