Notícias: Opinião

O Vouguinha vai compreender , por Abrunhosa Simões (*)

O Vouguinha vai-me compreender e de certeza estar solidário connosco! Em Setembro de 1911 foi inaugurado o Ramal de Aveiro da Linha do Vouga, ligando a Sernada do Vouga a Aveiro e passando por Águeda. Cem anos e alguns dias depois, parece que a linha vai mesmo acabar.   Se não fosse tão grande a

PSD/CDS “encerram” Águeda! , Por José Marques Vidal (*)

O Governo da direita, perante a situação de crise financeira e a coberto de orientações supostamente tomadas pela “tróica”, aplica uma política liberal, em que as pessoas passam a ser números e se confundem no meio de milhões e milhões de euros. Se é verdade que temos que ter em conta a austeridade, não é

Cambada de parasitas , por Santos Silva (*)

O que os portugueses não sabem é que muitos políticos, por terem passado algum tempo na manjedoura do poder, ficam com direito a uma pensão vitalícia a que chamam subvenção. Alguns exemplos são bem conhecidos. Mira Amaral, Almeida Santos, Marques Mendes e muitos mais, recebem mensalmente alguns milhares de euros que vão dos dois aos

O PSD na “Ilha de Jardim”! , por José Marques Vidal (*)

Num momento em que está em plenas funções o novo Governo PSD / CDS, que acedeu ao poder baseado em “novas?” propostas, de reequilíbrio das contas públicas, tomada de medidas de contenção de despesa do Estado, reavaliação dos contratos existente com os privados (as famosas PPP), limitação ao acesso de “boys e girls” aos lugares

Depois de tudo queimado, restam as cinzas , por João Graça

1. Apesar de haver quem continue a garantir aos portugueses que Portugal não precisa de ajuda externa e que estamos no bom caminho (sabe-se lá para onde), só quem for completamente desmiolado é que leva esta a sério quem profere tamanho dislate. E não é que, para meu espanto, há imensa gente a acreditar ou

Irritações@Águeda.pt

Desbaste@Águeda.pt O desbaste das árvores que (ainda) nos restam tem sido tema recorrente de alguns colegas cronistas no Região de Águeda. Correndo o risco de redundância, não resisto a partilhar convosco o meu desabafo. Nos últimos anos, temos assistido ao corte massivo das mais relevantes e frondosas árvores da nossa cidade. Ainda no tempo dos

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