CDU pede reflexão sobre cheias em Águeda

Francisco Abrunhosa Simões (ao centro)

Francisco Abrunhosa Simões (CDU) levou o assunto das cheias à Assembleia Municipal de Águeda, lembrando que acompanhou recentemente o deputado Miguel Viegas numa visita à baixa da cidade para falar com comerciantes sobre os seus prejuízos. Um assunto que foi abordado por outros deputados, nomeadamente Alberto Marques (PSD).
“Esperemos que estes acontecimentos chamem a atenção dos responsáveis nacionais e locais para as implicações que estes fenómenos podem acarretar”, defendeu Abrunhosa Simões, lembrando as palavras de uma professora da Universidade de Aveiro que disse a prepósito da cheias em Águeda e Coimbra, que “a não haver as tomadas de medidas necessárias, ano após ano as inundações serão mais gravosas”.
Abrunhosa Simões pediu ainda ao executivo municipal que “reflita com muita profundidade e com o apoio de especialistas na abordagem que forçosamente deverá fazer ao projeto para o parque da cidade, que estará maioritariamente implantado em leito de cheia”.
O deputado comunista questionou ainda o executivo sobre o futuro da Ponte Velha do Vouga e sobre a Estação Arqueológica do Cabeço do Vouga.

O presidente da Câmara Municipal de Águeda, Gil Nadais, admitiu que as obras, apesar de minimizarem o impacto das cheias, não acabaram com elas, “como nos foi dito pelos técnicos”. O autarca defendeu que há que colocar pessoas a estudar o assunto e falou da necessidade de reformular totalmente as redes de água e saneamento da baixa. “Há um trabalho de fundo que temos de começar a planear”, disse.

(leia mais sobre a Assembleia Municipal na edição da semana – versões e-paper e impressa)
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