Ciclismo: Miranda na prova de reabertura em Sangalhos

ciclismo em Águeda

A prova de reabertura do ciclismo de estrada em Portugal, a realizar no próximo domingo, em Sangalhos, irá marcar o regresso à competição, após cerca de quatro meses de interregno no calendário. A corrida é pontuável para a Taça de Portugal Jogos Santa Casa e será disputada em formato de contrarrelógio individual

Serão 22 quilómetros de estrada, com partida junto Centro de Alto Rendimento e chegada na Rua da Fonte Nova, em Sangalhos. São esperados cerca de 100 corredores – entre os quais ciclistas portugueses de equipas do escalão principal UCI WordTour como Rui Costa, os gémeos Rui e Ivo Oliveira e Ruben Guerreiro -, que começam a sair para a estrada às 15 horas.
O itinerário inicia-se no epicentro do alto rendimento velocipédico em Portugal, passando por Vale do Estevão, Mogofores, Paredes de Bairro, Ancas, Amoreira da Gândara e Fogueira, antes do regresso a Sangalhos. O percurso é essencialmente plano, embora inclua alguns topos que incorporam exigência e quebras de ritmo, equilibrando a balança entre os roladores puros e os contrarrelogistas que necessitam de alguma dureza para fazer a diferença.
A Miranda-Mortágua, formação que associa a empresa de Águeda ao Velo Clube do Centro, irá apresentar-se para esta prova com cinco ciclistas, o máximo permitido pela organização. São eles Joaquim Silva, Hugo Sancho, Daniel Freitas, Gaspar Gonçalves e Pedro Pinto.

MOMENTO MUITO AGUARDADO

Após quase quatro meses sem competição este é um momento bastante aguardado quer pelas equipas de ciclismo, quer também pelos próprios ciclistas.
A prova irá realizar-se com medidas de segurança sanitária reforçadas face ao que era costume antes da pandemia de SARS-Cov-2. Os adeptos não terão acesso às zonas reservadas de partida e de chegada, restringindo-se o contacto entre os corredores e elementos externos à “caravana”. Os entusiastas da modalidade podem, no entanto, assistir ao vivo à corrida de ciclismo, devendo distribuir-se ao longo do percurso, de modo a não criarem grande aglomerados, respeitando as normas sanitárias em vigor no país.

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