Danças Ocultas: novo disco no outono

Danças Ocultas - de Águeda para o mundo

O novo disco do Danças Ocultas tem edição prevista para o outono de 2017, ano em que o quarteto aguedense dará prioridade à sua gravação e edição. Trata-se de um novo álbum de inéditos

“Já gravámos as primeiras maquetes no final de dezembro e a sua edição está prevista para o outono deste ano”, confirmou Artur Fernandes. Ainda não tem título, sabendo-se por agora que “terá composições que temos vindo a desenvolver desde o anterior disco de inéditos Tarab, nomeadamente quatro músicas que foram estreadas no recente espetáculo com poesia de Mário Cesariny”, revelou o músico aguedense, para sublinhar de seguida a importância do ano findo na trajetória do Danças Ocultas.
“Destaco a edição nacional e internacional do CD Amplitude – Danças Ocultas & Orquestra Filarmonia das Beiras – álbum gravado ao vivo na Casa da Música, no Porto, e no CCB, em Lisboa, com os convidados Carminho, Rodrigo Leão e Dead Combo”, referiu o músico aguedense.
A estreia do Danças Ocultas no Canadá, com a sua presença na Feira de Músicas do Mundo “La Bourse Rideau”, e a digressão à Áustria e Suíça, em parceria com a violoncelista e cantora brasileira Dom La Nena, foram momentos também destacados.
Aliás, o quarteto aguedense é presença assídua naqueles países europeus. “Foi o sexto concerto, desde 2006, em Viena”, fez notar Artur Fernandes.
O ano do Danças Ocultas contou ainda com a apresentação do formato Danças Ocultas & Orquestra Filarmonia das Beiras em dois grandes festivais de Verão: o Festival O Sol da Caparica (Costa da Caparica) e o Festival Bons Sons, em Cem Soldos (Tomar).
A estreia do espetáculo na Fundação Cupertino de Miranda, “A Arte de Bailar em Silêncio” – música para a poesia gravada pelo expoente máximo do surrealismo português, Mário Cesariny – foi outro dos destaques de 2016 para o Danças Ocultas. Na região, o quarteto aguedense atuou em Estarreja e em São João da Madeira.

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