Empresários contestam aumento do preço da eletricidade

Ricardo Abrantes, presidente da Associação Empresarial de Águeda (AEA)

A Associação Empresarial de Águeda (AEA) voltou a “manifestar o seu desagrado” pelo aumento do preço da eletricidade, em carta enviada ao primeiro-ministro António Costa

“Este aumento terá consequências muito onerosas e gravosas para a competitividade das empresas e comprometerá o crescimento futuro da economia e das exportações”, assinala a associação, reforçando o facto de nos últimos dois anos, a fatura da eletricidade ter aumentado “cerca de 20%”.
“O preço atual da eletricidade prejudica gravemente o interesse nacional, a competitividade e a manutenção dos postos de trabalho e a persistência na sua subida conduzirá inúmeras empresas à ruína”, refere a AEA na carta, acrescentando: “Na verdade, as empresas não aguentam tantos aumentos: é o aumento dos impostos, é o aumento salarial, é o aumento dos combustíveis, é o aumento da fatura energética, é o aumento generalizado das matérias-primas. Assim, de facto, é difícil resistir e competir nos mercados internacionais”.
A AEA solicita “a urgente adoção de medidas que conduzam à redução do preço da eletricidade de forma a promover a competitividade das empresas e o aumento das exportações”.

Foto: Ricardo Abrantes, presidente da AEA
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