Empresários de Águeda criticam orçamento de Estado

Ricardo Abrantes, presidente da Associação Empresarial de Águeda (AEA)

A Associação Empresarial de Águeda (AEA) manifesta preocupação em relação à proposta do governo para o orçamento de Estado (OE) de 2019

De acordo com Ricardo Abrantes, presidente da direção da associação, a proposta “em nada favorece o crescimento e expansão das empresas e muito menos das exportações” e implica mesmo “o aumento de impostos para a generalidade das empresas, situação que a AEA protesta veementemente bem como a inexistência de estímulos à economia”.
Diz Ricardo Abrantes que “setores estratégicos como a energia continuarão intactos, enquanto as empresas pagam escandalosos preços de eletricidade e gás natural, fruto de políticas energéticas erróneas e sobre as quais há total incapacidade política de as corrigir”.
O dirigente diz ainda que “este orçamento de estado não contempla a resolução de problemas nem a execução de reformas estruturais, necessárias ao fomento do crescimento económico a médio e longo prazo”.
“Mais uma vez este OE é uma oportunidade perdida para reformar a economia e para promover o crescimento e desenvolvimento do país”, conclui Ricardo Abrantes.

Foto: Ricardo Abrantes, presidente da Associação Empresarial de Águeda (AEA)
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