Freguesias de Águeda fazem balanço a apontam obras

10 presidentes de Junta ou de União de Freguesias e um secretário de Junta de Freguesia responderam ao RA

O Região de Águeda desafiou os presidentes de Junta a fazerem o balanço de 2016 nas respetivas freguesias e a apontarem os problemas que gostariam de ver resolvidos, bem como as obras que perspetivam realizar no último ano do mandato.

Os autarcas continuam a reclamar obras de saneamento e alcatrão, ou obras antigas, como é o caso do Largo da Senhora da Saúde em Fermentelos ou da extensão de saúde em Travassô e o pavilhão em Valongo do Vouga. Há quem aproveite para, uma vez mais, lembrar o desinvestimento na freguesia por parte da câmara, como é o caso do presidente da União de Freguesias de Trofa, Segadães e Lamas.

Pauo Seara (Águeda e Borralha) reivindica a “cobertura da freguesia ao nível do saneamento”. Pedro Marques (Macinhata do Vouga) refere que “gostava que as zonas industriais pudessem sair do papel”. Carlos Silva (Trofa, Segadães e Lamas do Vouga) considera que “temos assistido a um claro desinvestimento camarário na freguesia”. Carlos Alberto Pereira (atual secretário da Junta de Valongo) sublinha que a autarquia resolveu “o problema do posto médico”.

Já Pedro Vidal (Préstimo e Macieira de Alcoba) considera “incompreensível que não haja um único metro de saneamento na freguesia”, tal como Vasco Oliveira (Belazaima do Chão, Castanheira do Vouga e Agadão), que diz aguardar “pelo saneamento em Belazaima e pela água em Agadão”.

Mário Martins (Travassô e Ois da Ribeira) refere que “a extensão de saúde continua a ser prioridade” da sua autarquia, enquanto Pedro Gomes (Recardães e Espinhel) “gostava de ver resolvida a questão do parque em Espinhel”.

Albano Abrantes (Aguada de Cima) ambiciona “concluir a ligação do centro da freguesia à zona escolar”. Carlos Nolasco (Fermentelos) diz “continuar a acreditar que o arranjo do Largo Senhora da Saúde será efetuado”. Por fim, Wilson Gaio (Barrô e Aguada de Baixo) considera que “um dos problemas mais sérios é a falta de iluminação”.

Todos os 11 autarcas responderam a três questões colocadas pelo Região de Águeda: que balanço faz do ano de 2016, quais são os principais problemas que gostariam de ver resolvidos e quais as obras que perspetivam para 2017.

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