Fundação holandesa vai estudar o Rio Águeda

Cheia no rio Águeda

A Câmara de Águeda tem um processo em curso com um centro de investigação holandês – a Deltares – com o objetivo de fazer uma “abordagem naturalista” à problemática das cheias no Rio Águeda, designadamente “aumentar a capacidade de retenção” das águas

A revelação foi feita pelo presidente Jorge Almeida ao Região de Águeda, adiantando que a atual conjuntura epidémica fez reter todo o processo.
A Deltares é uma fundação na Holanda que possui um centro de investigação que lida com catástrofes, inundações e avanço marítimo, utilizando processos naturais. “Tem uma prática grande, à escala mundial, sobre esta temática aquática, mas a problemática do nosso rio é diferente”, referiu o autarca, que lembrou os “prazos de enchimento rápido” e as limitações de encaixe da bacia, que é curta e ainda depende das marés. “Ver o que temos que fazer a montante para que a água chegue com mais calma, aumentando a capacidade de retenção”.
A fundação possui naves de ensaio à escala das diversas situações que existem no mundo. “É uma estrutura altamente especializada”, responsável por coordenar ações na Holanda para tratamento e controlo do mar. A “abordagem naturalista” é um “choque” com os processos “permanentemente” adotados por cá.

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