Herman José maravilhado com a “droga mais benigna de todas”

Herman José no festival O Gesto Orelhudo, em Águeda (foto Mário Abreu)

“Maravilhoso festival, dedicado a todos os humoristas viciados na droga mais benigna de todas: a música!”. Foi assim que Herman José, na noite de abertura, qualificou o festival O Gesto Orelhudo

Águeda viveu intensamente a 16ª edição do Festival “O Gesto Orelhudo”, na última semana. As quatro noites orelhudas decorreram no Centro de Artes de Águeda, com grandes casas em todas elas. Também a renovada Latada do Espaço d’Orfeu foi palco, nos finais de tarde, de performances muito aplaudidas.
“Esta foi uma edição vivida e apreciada por muito público, de Águeda e de fora, num intenso programa cuja qualidade e diversidade, no habitual registo musicómico, proporcionou momentos altos todos os dias”, referiu a d’Orfeu – Associação Cultural, que realizou o festival em coprodução com o município de Águeda e o Centro de Artes de Águeda.
Entre estreias e velhos conhecidos, esta 16ª edição brindou o público com 11 espetáculos, trazendo a Águeda companhias e artistas de Portugal, Bélgica, Reino Unido, França e Brasil. A Tia Graça, a nova criação da d’Orfeu, voltou a evidenciar que Águeda faz parte deste roteiro de qualidade.
Destaques desta edição foram os britânicos The Ukelele Orchestra, Los Excéntricos (França/Catalunha), o belga Bernard Massuir e do brasil o espetáculo “Sbornia Kontratacka” com Hique Gomez e Simone Rasslan, no qual participou como convidado especial o Orfeão de Águeda. De Portugal, os Clarinetes Adlibitum e o aguedense Luis Fernandes com “Tia Graça – Toda a gente devia ter uma”, foram outras das propostas culturais do festival 2017.
Na última noite, o público orelhudo aterrou no universo da Sbornia, com o extravagante Hique Gomez a convidar o Orfeão de Águeda para uma despedida em grande. A festa terminou na rua, unindo público, artistas e toda a equipa do festival numa gigante roda musicada, fazendo jus aquelas palavras de Herman José após a sua passagem pela noite de abertura.

Foto: Herman José no festival O Gesto Orelhudo, em Águeda (foto Mário Abreu)
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