Luís Represas: “Tenho uma feliz memória em Águeda”

Luís Represas

Luís Represas vai atuar no palco do Agitágueda, no domingo, com a Orquestra Filarmónica 12 de Abril e, em entrevista ao RA, revela-nos pormenores do espetáculo, que promete ser “surpreendente”. O músico recorda ainda “uma feliz memória em Águeda” de uma tertúlia com Adriano Correia de Oliveira, Manuel Alegre, Fausto Bordalo Dias, Maria do Céu Guerra e mais alguns amigos.

P> O que é que o público do Agitágueda pode esperar do concerto de domingo?
R> Vai ser um concerto muito especial dado ter a Orquestra Filarmónica 12 de Abril como suporte instrumental. Não só as características da Orquestra imprimirão uma sonoridade original aos temas que irão ser interpretados, como os arranjos que vão ser executados conduzirão os mesmos temas para a sonoridade e o universo da 12 de Abril.
P> Que temas nos vai trazer?
R> Serão temas que estão no imaginário do público, que fazem parte do meu trajeto a solo, mas também da fase Trovante.

P> Entre muitos outros sucessos, há temas incontornáveis que fazem parte da nossa memória coletiva como “Feiticeira”, “Perdidamente”, “Da Próxima Vez”, “Timor” ou “125 Azul”. Vamos poder ouvi-los também?
R> Sem querer desvendar tudo, entre a minha resposta anterior e esta pergunta já pouco fica por dizer…

P> É o seu primeiro concerto em Águeda? O que sabe sobre Águeda?
R> Creio que não. Com o Trovante penso ter tocado mais do que uma vez, e a solo, rebuscando os últimos 26 anos, tenho quase a certeza que Águeda já esteve no meu caminho. Tenho uma feliz memória em Águeda de uma tertúlia com o Adriano Correia de Oliveira, o Manuel Alegre, o Fausto Bordalo Dias, a Maria do Céu Guerra e mais amigos. Infelizmente, a rapidez com que passamos pelos locais dos concertos não nos permite muitas vezes conhecer mais a fundo os seus segredos.

P> E do Agitágueda já ouviu falar?
R> Esta é a primeira vez que tenho contacto com o Agitágueda. E espero haja outras ocasiões de participar neste festival.

“RELAÇÃO COM A 12 DE ABRIL NÃO PODIA SER MELHOR”

P> Como foi a relação com a Orquestra Filarmónica 12 de Abril e o que vamos poder ver em palco?
R> Não podia ser melhor. Bons músicos de várias gerações focados na direcção do Maestro Luís Cardoso. Penso que o que se vai ouvir e ver no palco vai ser surpreendente para o público.

P> Assinala, este ano de 2019, os seus 43 anos de carreira. Destacaria alguns marcos importantes dessa carreira?
R> Dois momentos fundamentais. O princípio de tudo em 1976 com a formação do Trovante e o novo princípio em 1993 com o fim do Trovante e o início do meu trabalho a solo. Para além disso, 43 anos são por si só momentos especiais.

ISABEL GOMES MOREIRA
(informação completa na edição de 3 de julho de 2019)
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