Mágico justifica-se sobre processo da IGAL à Câmara Municipal

“Ao contrário do que muitos poderão pensar e dizer, não houve qualquer tentativa de corrupção ou de favorecimentos pessoais relativamente ao licenciamento da obra do Mágico”, refere uma nota da direcção de O Mágico, a propósito das informações que vieram a público sobre a inspecção da IGAL – Inspecção Geral da Administração Local – na Câmara Municipal de Águeda e que envolve a instituição, podendo ter consequências de perda de mandato de um vereador.

“Estamos a falar de uma importante obra social, a maior do PARES II no concelho de Águeda”, destaca a mesma nota. “Pensamos que as obras sociais se devem sobrepor às obras políticas e algumas pessoas que se advogam defensoras das causas sociais deveriam pôr a mão na consciência e reflectir, ao invés de apelar para a ilegalidade e para a corrupção”, considera a instituição.

(informação completa na edição impressa)

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