Miranda-Mortágua fecha Troféu Joaquim Agostinho com top15

A equipa Continental UCI Miranda-Mortágua terminou, no domingo, o 41.º Grande Prémio Internacional de Ciclismo de Torres Vedras – Troféu Joaquim Agostinho, com uma prestação muito positiva ao concluir no top 15 com Gonçalo Carvalho (14º) e António Barbio (15º)

Uma participação feliz da equipa de Mortágua, patrocinada pela empresa de Águeda, que terminou na 8.ª posição da classificação geral coletiva nesta prova internacional, que todos os anos presta homenagem a Joaquim Agostinho.
As atenções e expectativas estavam voltadas sobre António Barbio, líder da equipa, que ao correr em casa, pela prova ser totalmente na sua região, puxou dos galões e começou logo na quinta-feira, dia 12, com uma excelente prestação no prólogo (19º). No dia seguinte, na primeira etapa em linha, António Barbio foi 9º na chegada a Sobral de Monte Agraço, sua terra Natal.

ÚLTIMO DIA DECISIVO
Depois, no duro sobe e desce do circuito de Torres Vedras, Barbio terminou no 3.º lugar, a escassos 4 segundos da vitória, o que lhe valeu a subida à 3.ª posição da classificação geral. No último dia, com chegada ao alto de Montejunto que não o favorecia, António Barbio – líder da Taça de Portugal após a realização das duas primeiras provas – cedeu algumas posições (foi 24º a 2m59s), concluindo todavia a competição na 15ª posição (a 2m52s do vencedor da competição).
Nesta derradeira etapa, onde tudo se decidiu, o jovem Gonçalo Carvalho (Miranda/Mortágua) foi o 3º classificado da juventude ao concluir em 15º, a 2m04 de Henrique Casimiro (Efapel), valendo-lhe a subida ao 14º lugar da classificação geral individual, a 2m49s do vencedor.
José Fernandes (W52/FCPorto) foi o vencedor do grande prémio, com 12h43m38s. O corredor sub23 seria 3º na última etapa, concluindo com mais quatro segundos que Henrique Casimiro (Efapel) e cinco sef«gundos que Joni Brandão (Sporting/Tavira).
Na classificação para sub23, José Fernandes foi 1º, o francês Cyril Barthe (Euskadi Basque Country/Murias) foi 2º (10º na geral) e Gonçalo Carvalho (Miranda/Mortágua) 3º.

CICLISTAS
SATISFEITOS
“Estou bastante satisfeito com a minha prestação e de toda a equipa”, disse António Barbio, no final. “Estava a correr em casa e tinha ambições muito altas. Parti na 3.ª posição da geral para a última etapa e sabia que ia ser muito difícil manter, uma vez que a subida final não se enquadrava nas minhas características”, explicou, referindo que acabou por “ceder algum tempo, mas as sensações neste prémio mostraram que o trabalho está a ser bem feito e que as coisas estão muito bem encaminhadas para o principal objetivo da época: a Volta a Portugal”, concluiu o corredor.
Já o colega Gonçalo Carvalho também chegou ao Troféu Joaquim Agostinho “com alguma ambição de conseguir uma boa prestação e tentar ajudar ao máximo o nosso líder, António Barbio. Fizemos uma boa preparação no estágio da Serra da Estrela e sabíamos que poderíamos estar na discussão”, avançou o jovem corredor. “Tivemos tudo por parte do Barbio, e só foi pena hoje, na última etapa, ter cedido alguns lugares. Quanto a mim fiz sempre uma corrida em crescendo, melhorando dia após dia. Estou muito contente, porque o trabalho árduo realizado nas últimas semanas está a dar os seus frutos, estando já o pensamento na Volta a Portugal”, confidenciou.
Já nesta quarta-feira, dia 18, a equipa volta à estrada para correr o Grande Prémio de Portugal Nacional 2, que termina domingo e antecede a Volta a Portugal.

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