“Não temos meios para incêndio desta dimensão”

Francisco Santos, comandante dos Bombeiros Voluntários de Águeda

O Região de Águeda foi ouvir os bombeiros de Águeda sobre o recente incêndio que atingiu o concelho e que ardeu durante mais de uma semana. No quartel, faziam-se as últimas limpezas e contabilizavam-se viaturas e equipamento danificado pelo combate. O presidente da direção, José Rolim, convidou-nos a ver a “dimensão” da generosidade aguedense. Paletes de leite e de água e fruta que sobraram estão agora a ser distribuídas por instituições aguedenses. Direção e comando não se cansam de elogiar a onda de solidariedade que se gerou a favor dos soldados da paz. O comandante Francisco Santos enaltece e diz que não tem palavras para descrever a atuação dos bombeiros, mas fala também na falta de meios. “Num fogo desta dimensão tínhamos de ter aqui mais de 300 bombeiros e tivemos 150”, diz. Fala da polémica em torno dos meios aéreos, dos meios aéreos estarem disponíveis apemas a partir das 9 horas e de onstruções “fatais” cuja superação depende de proprietários e dos políticos, que devem “mudar mentalidades”. E diz porquê, apresentando casos concretos.. Elogia ainda o papel das associações de proteção civil e dos populares e responde às afirmações de António Farias dos Santos, publicadas num artigo de opinião na última edição

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