“O Orfeão de Águeda conseguiu crescer por apostar na diferença”

O Orfeão de Águeda e o Grupo Coral Curitibôcas, de Curitiba

Sílvia Laranjeira Martins foi, recentemente, eleita presidente da direção do Orfeão de Águeda, substituindo Júlio Balreira no cargo. Em entrevista ao RA, fala da sua ligação a esta coletividade centenária e diz que pretende dar “continuidade ao trabalho que o Orfeão tem vindo a desenvolver e continuar sempre a surpreender”

P> Foi eleita recentemente, presidente da direção do Orfeão de Águeda. Há quanto tempo está ligada à instituição?
R> Conheci o Orfeão de Águeda através de amigos e familiares e, desde há uns dez anos, que acompanho mais de perto o seu trabalho. Como parte integrante desta família há menos tempo, não que não tivesse imensa vontade, porque adoro cantar, e cantar em grupo, mas porque a minha vida familiar ainda não o havia permitido.

P> O que a motivou avançar com a candidatura à presidência?
R> Esta candidatura partiu primeiro de um convite feito pelo Sr. Júlio Balreira e que aceitei com muito orgulho. Tenho a sorte de poder contar com a ajuda e a experiência de uma equipa que conhece e partilha o dia a dia desta coletividade há mais tempo do que eu, o que permitirá dar continuidade ao trabalho que o Orfeão tem vindo a desenvolver e continuar sempre a surpreender.

P> Quais são os objetivos do seu mandato?
R> O Orfeão de Águeda ao longo da sua história, uma história centenária, conseguiu crescer por apostar na diferença, por ser arrojado e destemido. O que pretendemos é continuar este percurso, mantendo a qualidade das nossas apresentações e desenvolver projetos diferenciadores.

P> O grupo tem já muitas atuações/espetáculos agendados? Estão previstas algumas deslocações ao exterior?
R> Sim, já temos alguns projetos a serem preparados e datas acordadas, quer para o coro quer para o grupo de teatro. Vamos agora consolidar as ideias e transpô-las para o nosso plano de atividades para este ano.

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