Obras na sede “condicionaram” atividade da ARCEL

Luís Soares, músico e presidente da direcção da ARCEL

A ARCEL viu-se “forçada” a fazer uma pausa na sua atividade devido a obras na sede. Algumas secções estiveram mesmo paradas, como refere Luís Soares, presidente da direção da coletividade. “Algumas salas não se encontram com as condições que pretendemos, mas temos já o essencial para o regresso ao trabalho”, diz.

P> Quais as principais atividades que a direção tem planeadas para o próximo ano?
R> Manter ativas todas as secções da associação já representará muita atividade. No entanto, a aposta continuará a ser forte na formação, particularmente na nossa escola de música e Grupo Coral Jovem bem como participação em eventos interassociativos e internacionais.

P> Entretanto, a associação viu-se “forçada” a fazer uma paragem nas suas atividades devido a obras na sede. Já estão concluídas? Em que consistiu a intervenção?
R> Historicamente a ARCEL sempre foi a responsável por dinamizar os espaços disponibilizados pela Junta de Freguesia, servindo como local das atividades das suas secções bem como com a promoção de iniciativas e eventos culturais que aglutinassem as diversas localidades da freguesia. Nos últimos 10 anos, tornou-se recíproca a vontade da União de Freguesias e da direção da ARCEL em ajustar o edifício à realidade atual, potenciando o existente e dando novas valências fazendo pequenas intervenções. As obras foram feitas no sentido de criar mais salas de aulas/ensaio. Neste momento, podemos dizer que as obras básicas se encontram concluídas, faltando agora os acabamentos estéticos e de funcionalidade para que os espaços sirvam realmente para o efeito que foram feitos. Aproveitamos para agradecer e louvar o esforço do executivo da União de Freguesias para viabilizar e concretizar as nossas ideias e sugestões. Ficaremos todos a ganhar a breve prazo.

P> Quando é que a associação retomará a sua atividade normal?
R> Reconhecemos que o “timing” para esta intervenção não foi o ideal dado que condicionou imenso algumas secções e no caso de outras estiveram mesmo paradas. Esta semana irá voltar tudo ao normal. Não em definitivo, dado que algumas salas não se encontram com as condições que pretendemos, mas temos já o essencial para o regresso ao “trabalho”.

“NÃO TEMOS UMA BASE FORTE DE ASSOCIADOS”

P> Quais têm sido as principais dificuldades da direção?
R> Felizmente, as secções da associação sempre tiveram muitos elementos e consequentemente os seus familiares são uma presença assídua e apoio às iniciativas que desenvolvemos. No entanto, não temos uma base forte de associados que queiram fazer parte de forma mais ativa e consistente quer na direção quer no desenvolvimento do plano de atividades. Creio que alguns eventos que deixaram de ser prioridade como o Encontro de Colecionadores, Encontros com a História e Harmonias Internacionais só voltarão a ser uma realidade com a participação mais ativa dos associados.

Autores

Notícias Relacionadas

*

Top