Presidente da ABIMOTA fala em “dificuldades em obter resposta célere do poder político” para problemas do sector

O presidente da ABIMOTA – Associação Nacional das Indústrias de Duas Rodas, Ferragens, Mobiliário e Afins – com sede em Águeda, considera haver “dificuldades em obter resposta célere do poder político e administração em situações de apoio ao investimento, licenciamento industrial, homologação de produtos, fiscalização de produtos não conformes e aplicação das medidas anti-dumping”

O dirigente refere que “o sector está empenhado no processo anti-dumping com a China”, dando como exemplo das “preocupações com diversas ameaças de concorrência desleal”.

Abílio Cardoso, que recentemente foi reeleito para mais um mandato à frente da ABIMOTA, fala (em entrevista publicada na edição impressa) de apostas e objectivos da nova equipa que lidera. Passam pelo apoio às empresas associadas com vista ao reforço da sua competitividade para que possam contribuir para o aumento das exportações; pela defesa dos interesses dos associados em matéria de contratação colectiva e implementação de projectos de formação para empresários.

(informação completa na edição impressa)

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