Providência cautelar não trava municipalização da educação

Professor

O processo da designada municipalização da educação em Águeda vai manter o seu curso normal enquanto corre a providência cautelar, intentada pelo Sindicato dos professores da Região Centro, que pretendia a sua suspensão. A decisão foi tomada por maioria pela Assembleia Municipal de Águeda, na quarta-feira, alegando que a suspensão seria “gravemente prejudicial para o interesse público”, afetando designadamente o início do ano letivo

O PS foi o único partido que “furou” a unanimidade da votação favorável às pretensões do executivo municipal socialista, liderado por Gil Nadais. Votando dividido, dos membros do PS da Assembleia Municipal vieram os quatro votos contra e as quatro abstenções, insuficientes todavia para reprovar a proposta da Câmara Municipal de “resolução fundamentada para a providência cautelar” que corre no Tribunal Administrativo e Fiscal (TAF) de Aveiro.
O único representante da CDU, Abrunhosa Simões – que votaria também contra -, tinha já abandonado a sala, em protesto com afirmações do socialista Paulo Seara. Por sua vez, este e José Vidal voltaram a ser os rostos do PS contra a opção seguida pela Câmara de Gil Nadais na área da educação.
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