PSD desconfia da gestão financeira do município e critica parque empresarial do Casarão

A “desconfiança crescente na gestão financeira” e nas “relações alegadamente perigosas entre empresas e a Câmara Municipal” é, para Carlos Franco, presidente da comissão política concelhia do PSD de Águeda, um dos aspetos negativos que destaca da gestão socialista, que cumpre o terceiro mandato consecutivo à frente do município.

O parque empresarial do Casarão, que “até ao momento gerou zero empresas e zero empregos” é outro dos pontos negativos que o dirigente social democrata enumera, em entrevista à edição impressa e e-paper da semana, no Região de Águeda. Fala ainda, sem especificar quais, nos “problemas graves existentes na educação que continuam por resolver” e nos “imensos problemas de acessibilidades que persistem”, além dos “problemas resultantes da má prestação de serviços pela AdRA, como por exemplo a não realização de obras previstas”.

Carlos Franco, que substituiu a deputada e vereadora Paula Cardoso na presidência do PSD/Águeda, considera como principais aspetos positivos a criação dos trilhos pedestres, a criação do centro municipal de marcha e corrida, a promoção de workshops sobre ambiente, o apoio a instituições culturais e recreativas, e a aposta futura num novo website. Não deixa, porém, de acrescentar um “apesar de” em todos eles.

(ENTREVISTA NAS EDIÇÕES E-PAPER E IMPRESSA)

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