Quem somos

 

REGIÃO DE ÁGUEDA

Editor: Região de Águeda, Editora SA

  • Propriedade: Região de Águeda, Editora SA
  • Data da fundação: 8 – Outubro – 1998
  • Registo: Conservatória Comercial de Águeda, nº. 2303
  • Capital social: 75.000 euros
  • Contribuinte: 504241508
  • Sede: Rua Fernando Caldeira – Escadas do Adro, 7 – 1º
  • Localidade: Águeda – Portugal
  • Contactos: 234612040 (telefone), 234612049 (fax)
  • Correio electrónico: (ver página de contactos) 
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    Estatuto editorial

     

    O projecto jornalístico que sustenta o Região de Águeda possui, como característica marcante, o desejo de constituir um contributo de utilidade cívica para Águeda, para as suas gentes e para um futuro comum que dia-a-dia vamos construindo.

    Este projecto desenvolve-se em torno de grandes princípios deontológicos, da imprensa e a ética profissional, fazendo chegar essa informação ao maior número possível de cidadãos e, designadamente, de Aguedenses.

    Um segundo principio deriva da preocupação fundamental com as pessoas, o seu quotidiano, os seus sucessos e alegrias, os seus momentos de dor e pesar.

    Um terceiro princípio centra-se na ênfase que se pretende colocar na forma como as pessoas se mobilizam e organizam para a defesa de interesses comuns, para acções de solidariedade para com os seus concidadãos, para a valorização das temáticas que constituem o desafio para as próximas gerações, enfim, para a construção conjunta de um melhor futuro comum.

    Um quarto princípio sustenta-se na perspectiva de que Águeda se integra e é protagonista em espaços geográficos mais vastos, que de forma alguma se confinam aos limites administrativos do Concelho, e que a sociedade Aguedense só poderá beneficiar se for interveniente e souber reflectir sobre as dinâmicas de transformação das comunidades em que se insere e da sociedade contemporânea em geral.

    Por outras palavras, este Jornal propõe-se dar um contributo para essa tarefa colectiva difícil, mas natural, que é a de fomentar a capacidade de agir positivamente na apreensão e construção de um quotidiano e de um futuro socialmente desejáveis.

    Assim, assumimos que este projecto jornalístico só fará sentido enquanto for de utilidades cívicas, isto é, enquanto informar para desenvolver.

    A DIRECÇÃO EDITORIAL


    (Outubro de 1998) 









     

     

     

     

     

     

     

     

     

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