Relvado sintético no estádio avança com votos contra da oposição

Estádio Águeda

O executivo municipal aprovou a atribuição de um apoio financeiro ao Recreio Desportivo de Águeda para colocação de relvado sintético no campo pelado, no valor de 248 380 mil euros, com os votos favoráveis dos vereadores do Juntos e a abstenção do vereador António Gama Duarte. Paulo Seara (PS) e Luísa Carvalho (PSD) votaram contra, apesar de deixaram expresso nada terem contra a obra

“Voto contra esta proposta exclusivamente por entender que o relvado deve ser executado pelo município” e “deve ser feito novo concurso público, na sequência do concurso anterior que foi anulado pelo Tribunal Administrativo e Fiscal de Aveiro”, justificou a vereadora Luísa Carvalho, na sua declaração de voto.

A vereadora eleita pelo PSD apresentou inclusive uma proposta a solicitar o envio do contrato-programa para que a CCDR emita um parecer, tendo em conta “as dúvidas suscitadas”, bem como a decisão de anulação do anterior concurso, defendendo ainda o envio do contrato-programa de cedência das instalações do estádio, aprovada na última Assembleia municipal para aquela mesma entidade.

Também Paulo Seara defendeu que se o estádio é propriedade da câmara deveria ser o município a fazer a obra, justificando ainda o seu voto contra com a anterior anulação do concurso público pelo tribunal. “Esta pareceu-me uma forma da câmara fugir ao crivo do tribunal”, considerou.
Edson Santos justificou que os mesmos procedimentos foram usados nos casos da requalificação dos campos do Mourisquense e do Valonguense.

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