“Seria muito mais cómodo para mim calçar as pantufas”

Júlio Balreira, presidente do Orfeão de Águeda

Júlio Balreira vai recandidatar-se ao cargo de presidente da direção do Orfeão de Águeda. As eleições estão marcadas para esta quinta-feira, dia 19. “Considerei que poderia ainda dar o meu contributo e com isso manter uma linha de rumo que temos vindo a seguir nos últimos anos”, refere em entrevista

P> O que o levou a recandidatar-se a mais um mandato como presidente da direção do Orfeão de Águeda?
R> Feita a avaliação ao trabalho desenvolvido na preparação e realização das comemorações do centenário, seria muito mais cómodo para mim “calçar as pantufas”. Considerei, no entanto, que poderia ainda dar o meu contributo e com isso manter uma linha de rumo que temos vindo a seguir nos últimos anos no Orfeão.

P> Foi um ano intenso de atividade… Que balanço faz das comemorações dos 100 anos da coletividade?
R> Muito positivo! Creio não haver dúvidas que as comemorações do centenário do Orfeão ficam na história da coletividade mas também na história cultural de Águeda.

P> Quais foram as principais dificuldades sentidas na organização das comemorações?
R> Dificuldades naturais quando se tem um projecto ambicioso, mas realista como se provou, e que foram sendo resolvidas com um grande trabalho colectivo.

P> Destacaria alguma das iniciativas levadas a cabo no âmbito das comemorações do centenário?
R> Foram muitas as iniciativas: música, teatro, poesia, xadrez, com a participação do que de melhor há nessas áreas. Destacaria, no entanto, o sarau de encerramento! Foi uma noite de grande qualidade reconhecida pelas cerca de 700 pessoas presentes no Cine Teatro S. Pedro.

P> Quem é que andou distraído em relação às comemorações do centenário? Quem eram os destinatários da critica que fez no espetáculo de encerramento das comemorações dos 100 anos?
R> São vários os destinatários da crítica que fiz. Espero que os mesmos a tenham entendido, que reflitam e o reconheçam. Ainda estão a tempo!

P> Depois de tantas iniciativas, o que se pode esperar neste novo mandato?
R> Manter e se possível elevar a qualidade dos projectos que desenvolvemos. Águeda pode contar com o Orfeão como “ uma voz sempre nova”

P> Quais irão ser as apostas e o que se perspetiva em termos de iniciativas?
R> Após o ato eleitoral iremos apresentar o plano de iniciativas, onde desenvolveremos de forma mais detalhada a proposta para 2017, mas sempre posso adiantar que não faltam convites para a participação do Grupo Coral, em concertos e outros projectos tanto no nosso país como no estrangeiro.

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