Sindicato dos Professores foi à câmara apelar para que pare municipalização da educação

Os três representantes do Sindicato de Professores: Elsa Lavrador, Vítor Januário e João Carlos Domingos

Três elementos do Sindicato dos Professores da Zona Centro deslocaram-se à Câmara Municipal de Águeda, quando decorria a reunião do executivo, deixando um apelo ao presidente e vereadores para que o processo de transferência de competências, mais conhecido por municipalização da educação, não avance em Águeda.

Os elementos do sindicatos dos professores entregaram ao presidente da câmara um postal subscrito por docentes do concelho, aproveitando mais uma vez para explicar porque estão contra o processo, criticando o facto de “não ter partido da comunidade educativa”.
Vítor Januário, porta voz do grupo, apelando ao presidente da câmara para não avançar com o processo em nome da “escola pública”, voltou a argumentar que a “unidade e a coesão não se garantem com currículos de base local”.
“Faremos tudo para que o processo não avance”, garantiu Vítor Januário.
Em resposta, Gil Nadais, presidente da câmara, lembrou que o município de Águeda já antes de se falar deste processo foi a Lisboa reclamar mais competências na educação, por entender que “se pode fazer mais e melhor nessa área”, lembrando que foi a área que se manteve mais “estagnada”.

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Foto em cima: Os três representantes do Sindicato de Professores: Elsa Lavrador, Vítor Januário e João Carlos Domingos

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