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	<title>Região de Águeda &#187; ministro da Economia</title>
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		<title>Empresários contestam preços do gás natural</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Feb 2015 15:01:16 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p>A Associação Empresarial de Águeda apelou ao ministro da Economia para, através dos serviços que tutela, promover a “rápida descida do preço do gás natural com o objetivo de fomentar verdadeiramente as exportações de produtos portugueses” A AEA enviou uma carta ao ministro da Economia, Pires de Lima, a manifestar o seu desagrado pelo facto<a href="http://www.regiaodeagueda.com/site/empresarios-contestam-precos-gas-natural/" title="Saiba mais" >...</a></p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>A Associação Empresarial de Águeda apelou ao ministro da Economia para, através dos serviços que tutela, promover a “rápida descida do preço do gás natural com o objetivo de fomentar verdadeiramente as exportações de produtos portugueses”</strong></em></p>
<p>A AEA enviou uma carta ao ministro da Economia, Pires de Lima, a manifestar o seu desagrado pelo facto do preço do gás natural não acompanhar a descida do petróleo.<br />
Na missiva, Ricardo Abrantes lembra que as micro e PME’s estão a passar “momentos muitos difíceis e perdem competitividade, uma vez que o gás natural em Portugal não baixa e não acompanha a descida do petróleo, enquanto que nos outros países o preço do gás natural está a baixar significativamente”,<br />
“As exportações portuguesas estão numa situação claramente desfavorecida face à concorrência feroz existente nos mercados internacionais, pelo que a manutenção do preço do gás natural vem acentuar a débil competitividade das nossas empresas e constitui um enorme entrave ao crescimento das exportações”, salientou o dirigente da AEA.<br />
A AEA acusa ainda a Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE) de não fazer o seu papel regulador, defendendo que “esta é mais uma entidade ao serviço dos distribuidores e comercializadores de gás natural”, quando deveria proteger os consumidores de gás e assegurar a transparência e a correta fixação dos preços, o que efetivamente não acontece”.</p>
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		<title>Ministro questionado sobre via rápida Águeda/Aveiro</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Jan 2015 11:16:47 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p>As afirmações do presidente da Estradas de Portugal/REFER, António Ramalho, relativamente à construção de uma via rápida Águeda/Aveiro levou o deputado Filipe Neto Brandão (PS) a questionar o ministro da Economia, Pires de Lima, sobre qual é a reação do Governo e as instruções que irá transmitir à EP/REFER sobre a matéria A intervenção de Filipe Neto<a href="http://www.regiaodeagueda.com/site/ministro-questionado-sobre-via-rapida-aguedaaveiro/" title="Saiba mais" >...</a></p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>As afirmações do presidente da Estradas de Portugal/REFER, António Ramalho, relativamente à construção de uma via rápida Águeda/Aveiro levou o deputado Filipe Neto Brandão (PS) a questionar o ministro da Economia, Pires de Lima, sobre qual é a reação do Governo e as instruções que irá transmitir à EP/REFER sobre a matéria</strong></em></p>
<p>A intervenção de Filipe Neto Brandão, na quinta-feira, surgiu na sequência de a<a title="Declarações de António Ramalho (EP/REFER)" href="http://www.regiaodeagueda.com/site/via-rapida-aveiro-agueda-abandonada-pela-estradas-de-portugal/" target="_blank">firmações proferidas pelo presidente da Estradas de Portugal/REFER, António Ramalho</a>, que afastou a possibilidade de construção da via rápida dizendo que as duas cidades já estão ligadas por duas autoestradas (A1 e A25).<br />
O deputado, eleito por Aveiro, recordou que “a construção de um eixo rodoviário entre Aveiro e Águeda é reclamada pelas respetivas populações há já várias décadas” e que “no ano de 2008 a importância da construção de uma tal ligação foi finalmente reconhecida pela administração central, tendo sido prevista e integrada na concessão rodoviária «Auto Estradas do Centro», com uma extensão de 14 quilómetros e a designação de ligação do IC2 a Aveiro”.<br />
De acordo com Filipe Neto Brandão, “apesar das vicissitudes várias que o concurso veio a sofrer e que viriam inclusive a conduzir à sua anulação e adiamento, até hoje, porém, a importância da ligação rodoviária, em si, jamais fora contestada”.<br />
O deputado considerou “displicente” as declarações de António Ramalho, reveladoras de um “completo desconhecimento da realidade da região e dos objetivos que eram e continuam a ser visados com a construção dessa ligação: proporcionar uma ligação transversal de qualidade entre Aveiro e Águeda e os principais eixos longitudinais (A17, A1 e IC2), estimando-se uma diminuição de 53% no tempo médio de percurso entre as duas cidades”.</p>
<div id="attachment_14389" style="width: 510px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.regiaodeagueda.com/site/wp-content/uploads/estrada-agueda-aveiro-m.jpg"><img class="size-full wp-image-14389" src="http://www.regiaodeagueda.com/site/wp-content/uploads/estrada-agueda-aveiro-m.jpg" alt="A principal ligação viária entre Águeda e Aveiro passa por dentro de localidades (ruas estreitas e sem passeios) e é estreita e sinuosa" width="500" height="316" /></a><p class="wp-caption-text">A principal ligação viária entre Águeda e Aveiro passa por dentro de localidades (ruas estreitas e sem passeios) e é estreita e sinuosa</p></div>
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		<title>Empresários de Águeda fartos de inquéritos obrigatórios</title>
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		<pubDate>Mon, 24 Mar 2014 09:23:47 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p>Duas semanas, dois ofícios como o mesmo destinatário. O ministro da Economia, Pires de Lima, recebeu agora da Associação Empresarial de Águeda (AEA) um protesto “acerca dos elevados custos administrativos que o preenchimento de sucessivos inquéritos oficiais origina”. Na semana anterior, foram as burlas de empresas fornecedoras chinesas e clientes de Águeda. (MAIS INFORMAÇÃO NAS<a href="http://www.regiaodeagueda.com/site/empresarios-de-agueda-fartos-de-inqueritos-obrigatorios/" title="Saiba mais" >...</a></p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 11pt;"><span style="font-family: Calibri;">Duas semanas, dois ofícios como o mesmo destinatário. O ministro da Economia, Pires de Lima, recebeu agora da Associação Empresarial de Águeda (AEA) um protesto “acerca dos elevados custos administrativos que o preenchimento de sucessivos inquéritos oficiais origina”. Na semana anterior, foram as burlas de empresas fornecedoras chinesas e clientes de Águeda.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-size: 11pt;"><span style="font-family: Calibri;">(MAIS INFORMAÇÃO NAS EDIÇÕES E-PAPER E IMPRESSA)</span></span></strong></p>
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		<title>AEA denuncia: Empresas fornecedoras chinesas burlam clientes portugueses</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Mar 2014 11:22:30 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p>A Associação Empresarial de Águeda (AEA) denuncia, em ofício dirigido ao ministro da Economia, “a existência de burlas praticadas por empresas fornecedoras situadas na China a clientes portugueses”. Solicita que “sejam encetadas diplomaticamente todas as tentativas para as empresas lesadas serem devidamente ressarcidas pelos prejuízos causados e se providenciem medidas que evitem situações semelhantes no<a href="http://www.regiaodeagueda.com/site/aea-denuncia-empresas-fornecedoras-chinesas-burlam-clientes-portugueses/" title="Saiba mais" >...</a></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="http://www.regiaodeagueda.com/site/aea-denuncia-empresas-fornecedoras-chinesas-burlam-clientes-portugueses/">AEA denuncia: Empresas fornecedoras chinesas burlam clientes portugueses</a> aparece primeiro no <a rel="nofollow" href="http://www.regiaodeagueda.com/site">Região de Águeda</a>.</p>
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 11pt;"><span style="font-family: Calibri;">A Associação Empresarial de Águeda (AEA) denuncia, em ofício dirigido ao ministro da Economia, “a existência de burlas praticadas por empresas fornecedoras situadas na China a clientes portugueses”. Solicita que “sejam encetadas diplomaticamente todas as tentativas para as empresas lesadas serem devidamente ressarcidas pelos prejuízos causados e se providenciem medidas que evitem situações semelhantes no futuro”, evitando “que a desconfiança se instale definitivamente”.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 11pt;"><span style="font-family: Calibri;">Para a associação aguedense, “esta é uma situação que tem acontecido com alguma frequência e que já lesaram, em várias dezenas de milhares de euros, empresas nossas associadas”. Na carta ao ministro, assinada pelo presidente da direção Ricardo Abrantes (foto), explica como a burla é consumada.<strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"> </strong></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-size: 11pt;"><span style="font-family: Calibri;">(MAIS INFORMAÇÃO NAS EDIÇÕES E-PAPER E IMPRESSA)</span></span></strong></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="http://www.regiaodeagueda.com/site/aea-denuncia-empresas-fornecedoras-chinesas-burlam-clientes-portugueses/">AEA denuncia: Empresas fornecedoras chinesas burlam clientes portugueses</a> aparece primeiro no <a rel="nofollow" href="http://www.regiaodeagueda.com/site">Região de Águeda</a>.</p>
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		<title>AEA: Dificuldades no acesso ao crédito bancário e aumento do gás natural levam empresários a escrever ao Governo</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Nov 2012 11:14:31 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p>A Associação Empresarial de Águeda (AEA) expressou, em carta dirigida ao primeiro-ministro Pedro Passos Coelho, “a preocupação das empresas associadas quanto à inexistência de crédito bancário para as PME’s”. Segundo a associação presidida por Ricardo Abrantes, “estas dificuldades estão a criar complicações às empresas portuguesas, nomeadamente, ao sector exportador, que está a sofrer com a<a href="http://www.regiaodeagueda.com/site/aea-dificuldades-no-acesso-ao-credito-bancario-e-aumento-do-gas-natural-levam-empresarios-a-escrever-ao-governo/" title="Saiba mais" >...</a></p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Calibri;">A Associação Empresarial de Águeda (AEA) expressou, em carta dirigida ao primeiro-ministro Pedro Passos Coelho, “a preocupação das empresas associadas quanto à inexistência de crédito bancário para as PME’s”. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Calibri;">Segundo a associação presidida por Ricardo Abrantes, “estas dificuldades estão a criar complicações às empresas portuguesas, nomeadamente, ao sector exportador, que está a sofrer com a descida do rating da República, com a constante subida dos spreads e das comissões bancárias e com a redução do crédito bancário”.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Calibri;">A AEA considera ser “urgente” que o Governo encontre “uma solução para este problema, que está a afectar as exportações portuguesas”. Adianta que “as PME’s estão disponíveis para, em conjunto com o Governo e Bancos, encontrarem uma solução que satisfaça ambas as partes”. Alerta a AEA que “os bancos não podem continuar a retirar crédito às PME’s sob pena destas não sobreviverem à austeridade que nos foi imposta”. Por isso, acrescenta, “na actual conjuntura económica, uma moratória adicional nas linhas PME Investe constituiria um apoio fundamental para as PME’s que não têm condições financeiras para retomar a amortização de capital dos empréstimos concedidos ao abrigo destas linhas, mesmo para financiamentos que já tenham beneficiado de anteriores prorrogações”. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Calibri;"><strong>AUMENTO DO PREÇO DO GÁS NATURAL</strong></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Calibri;">Entretanto, a AEA escreveu também ao ministro da Economia, Álvaro Santos, para repudiar os aumentos do preço do gás natural para consumidores empresariais, solicitando que promova a redução da tarifa. “Ao longo dos últimos dois anos e meio, são superiores a 57% face ao preço praticado em Janeiro de 2010”. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Calibri;">A dificuldade do momento presente e a perda de competitividade externa são dois dos argumentos para a AEA considerar que “não há razões económicas nem de mercado que sustentem tal aumento”. Por outro lado, “há uma tendência de descida do preço do gás natural nos mercados internacionais (ex. EUA), pelo que, tal não se reflecte no nosso país”, enquanto “os lucros dos operadores aumentam de forma vergonhosa face à forte austeridade que as PME’s e famílias estão a atravessar”.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Calibri;">A AEA volta a criticar a Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE), acusando-a de nada fazer e de não atender nem defender os interesses dos consumidores empresariais. “Esta é mais uma entidade ao serviço dos distribuidores e comercializadores de gás natural, quando, na actual conjuntura económica deveria estar ao lado dos consumidores, dos portugueses e a promover a competitividade externa das PME’s”.</span></span></p>
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		<title>Empresários muito críticos na reacção ao aumento dos preços da água e da energia eléctrica</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Dec 2010 15:21:44 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p>Duas duras cartas dirigida, esta semana, pela Associação Empresarial de Águeda a várias entidades contestam os aumentos dos preços de água e da energia eléctrica para consumidores domésticos e industrias. “Administrar um empresa que pode subir autoritariamente os preços praticados sem qualquer razão plausível, não é habilidade nenhuma, e espera-se que por tal  feito não<a href="http://www.regiaodeagueda.com/site/empresarios-duros-contra-o-aumento-dos-precos-da-agua-e-da-energia-electrica/" title="Saiba mais" >...</a></p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Calibri;">Duas duras cartas dirigida, esta semana, pela Associação Empresarial de Águeda a várias entidades contestam os aumentos dos preços de água e da energia eléctrica para consumidores domésticos e industrias.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Calibri;">“Administrar um empresa que pode subir autoritariamente os preços praticados sem qualquer razão plausível, não é habilidade nenhuma, e espera-se que por tal<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>feito não venha, ainda, a ser pago um qualquer prémio a alguém”. Esta é uma das críticas que a Associação Empresarial de Águeda (AEA) faz ao aumento do preço da água previsto pela Águas da Região de Aveiro (AdRA).</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Calibri;">“Porque 2011 será um ano de crise e de recessão para as empresas, de redução dos vencimentos de um significativo número de cidadãos e de clara redução de poder de compra de todos os portugueses, consideramos o aumento anunciado um claro «saque» às empresas e aos bolsos dos munícipes”, considera a AEA, para quem “qualquer aumento, nas actuais circunstâncias económicas e sociais, acima da inflação, é abusivo e demonstrador do alheamento das entidades aos problemas que afectam o dia-a-dia dos cidadãos e das empresas”. A associação aguedense considera mesmo tratar-se de “um insulto para todos nós”.<span style="mso-tab-count: 1;">     </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Calibri; font-size: small;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Calibri;">AUMENTO DO PREÇO DA ENERGIA ELÉCTRICA</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Calibri; font-size: small;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Calibri;">Ainda esta semana, a AEA reclamou junto do ministro da Economia, Vieira da Silva, relativamente ao “aumento de 4% da electricidade para os clientes empresariais abastecidos em baixa e média tensão”.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Calibri;">Expõe a AEA “que as empresas industriais ainda não se recompuseram do drástico aumento do gás natural e irão já sofrer um aumento significativo da electricidade”. Acrescenta que “o aumento anunciado é claramente acima da taxa de inflação e que, face aos condicionalismos económicos, financeiros e sociais da nossa economia, é abusivo e reduz a frágil competitividade das exportações”.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Calibri; font-size: small;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Calibri;">APELO AO MINISTRO</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Calibri; font-size: small;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Calibri;">A AEA, na carta enviada, apela ao ministro que “pense na economia real portuguesa”, porque “perante esta escalada de subida de preços não há empresa que resista” e “não há medidas eficazes, sejam 50, 100 ou mil”. De resto, acrescenta, “a quantidade de medidas não tem qualquer interesse, releva, isso sim, a qualidade das mesmas. Portugal anda a ser governado para a estatística e para os governantes se exibirem nas instâncias europeias com listagens de ideias como se de um sessão de brainstorming se tratasse, não fora esta uma técnica muito usada em publicidade”.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Calibri;">Para a AEA “há que dizer basta”. E, “no caso da electricidade, os portugueses não têm que andar a pagar o investimento da EDP no estrangeiro. O Presidente do Conselho de Administração Executivo da EDP, que aufere remunerações milionárias, tem de ter a suficiente competência para encontrar outras formas de financiamento que não o bolso dos seus compatriotas”. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Calibri;">(informação completa na edição impressa)<span style="mso-spacerun: yes;">   </span></span></span></strong></p>
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