Um comboio parado no tempo

Apesar do aumento de passageiros em 2007, o “Vouguinha” é um comboio de outro tempo, numa época em que se discute o TGV. Deixa muito a desejar em condições de segurança e conforto, para poder ser uma alternativa real ao automóvel, nos concelhos densamente povoados que atravessa, como Aveiro, Águeda, Espinho, Feira, S. João da Madeira e Oliveira de Azeméis.

Com horários desajustados e servida por carruagens vandalizadas, a circulação é gerida “à vista”, ou melhor, pelo telefone: nas estações, na maioria fechadas, o revisor sai da automotora para telefonar para Sernada do Vouga a avisar que o comboio vai seguir.

 A Linha do Vouga tem outras particularidades como uma caricata rotina, nas passagens de nível entre Sernada do Vouga e Oliveira de Azeméis, em que o manobrador chega mais depressa do que o comboio: é que tem de ir à frente fechar as cancelas.

Ainda é assim, por exemplo, na estação de Albergaria-a-Velha – que, de portas fechadas, nem os horários tem afixados de forma visível.

(informação completa na edição impressa)

 

 

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