União de freguesias: Autarcas fazem avaliação positiva

Águeda

Um ano depois de concluído o processo de união de freguesias em todo o país e que, no município de Águeda, ditou a redução de 20 para 11 freguesias, o Região de Águeda foi ouvir os autarcas para perceber como está a decorrer a experiência. E, a avaliar pelas opiniões recolhidas, depois da resistência inicial, com maior dimensão nas freguesias de Aguada de Baixo e Espinhel, que juntamente com Macieira de Alcoba, interpuseram providências cautelares na esperança de travar o processo, tudo parece estar a funcionar normalmente.

Mapa do concelho de Águeda

Mapa do concelho de Águeda

“Temos mais força, mais capacidade de resposta e maior intervenção em setores da vida autárquica, tendo também e sobretudo, maior poder de nos candidatar a fundos comunitários”, referiu Vasco Oliveira, presidente da União de Freguesias de Belazaima, Castanheira e Agadão; “O principal constrangimento tem sido lidar com realidades que não conhecíamos em profundidade e alguma desconfiança inicial das pessoas em relação a este novo modelo”, considera, por sua vez, Carlos Silva, da União de Freguesias da Trofa, Segadães e Lamas; já Pedro Vidal, da União de Freguesias do Préstimo e Macieira de Alcoba considera que “a freguesia ganhou escala, mais recursos e mais poder de decisão”. “As verbas transferidas do Orçamento de Estado e câmara municipal são pois insuficientes para fazer face a uma freguesia de tão grande dimensão”, diz, por seu turno, Pedro Gomes, presidente da União de Freguesias de Recardães e Espinhel. “Tirando para o estado central não creio que, para já, existam aspetos positivos a destacar da fusão de freguesias”, afirma, de forma categórica, Mário Martins, da União de Freguesias de Travassô e Óis da Ribeira.

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