Centro de Emprego de Águeda paga 3 mil euros mensais por salas que não usa
Fevereiro 27, 2013
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O Centro de Emprego de Águeda tem duas salas alugadas no prédio onde funcionam os Correios, na cidade, pelas quais paga 3 mil euros de renda mensal, e que não está a utilizar. A denúncia chegou à Assembleia Municipal pela voz de Eunice Neto (CDS-PP). “
Quando foi para aprovar a aquisição da antiga Pensão Santos, um dos argumentos que utilizou foi que era para ir para lá o centro de emprego”, disse Eunice Neto. “Essa é uma situação que já se arrasta há mais de 10 anos”, respondeu por sua vez Gil Nadais, presidente da Câmara, acrescentando: “já resolvi alguns, mas não tenho de resolver todos os assuntos do Estado”.
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CDS/PP de Águeda desconfia do concurso internacional para expansão do sistema de águas do Carvoeiro
Fevereiro 20, 2013
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O grupo parlamentar do CDS/PP da Assembleia Municipal de Águeda pretende que lhe sejam fornecidos todos os elementos referentes ao concurso público internacional que decorre na sequência da aprovação, pelos municípios que integram a Associação de Municípios do Carvoeiro, da expansão do sistema regional do Carvoeiro.
Os centristas estranham, de resto, a morosidade da entrega da documentação, pois o pedido foi formulado no dia 31 de janeiro. “O dossiê do concurso internacional era um processo fechado, cuja única dificuldade será de o enviar”, referem os membros do CDS/PP de Águeda, que à data ainda não haviam recebido os pré-requisitos do referido concurso, o caderno de encargos do concurso internacional e outra documentação disponível, “relevante ou não”, que conste do dossiê do concurso.
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Assembleia Municipal: Presidentes de Junta viabilizam orçamento e plano da Câmara
Dezembro 30, 2012
por admin
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A Assembleia Municipal de Águeda aprovou por maioria, na noite de sexta-feira, dia 28, o plano e orçamento da Câmara Municipal de Águeda para 2013, no valor de 42,8 milhões de euros.
Os eleitos do PSD seguiram a tendência de voto dos vereadores do seu partido no executivo municipal, votando contra, mas houve presidentes de Junta eleitos em listas social-democratas que aproveitaram o facto de não ter havido disciplina de voto para viabilizarem o documento. O mesmo sucedeu no CDS/PP.
Contas da Câmara Municipal criticadas mas aprovadas por maioria
Maio 9, 2012
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As contas da Câmara Municipal de Águeda no ano de 2011 foram aprovadas por maioria na última sessão da Assembleia Municipal. Foram 27 votos a favor e 12 abstenções (9 do PSD e 3 do CDS/PP).
“Foram os impostos que o senhor presidente da Câmara cobrou a mais em seis anos que reduziram a dívida da autarquia”, afirmou Hilário Santos (PSD), na discussão sobre as contas da Câmara. O social-democrata sublinhou que, “só em 2011, a Câmara cobrou mais de 8 milhões de euros em impostos directos”, o que representa, “um aumento de 10% em relação a 2010”.
“Não sei onde foi buscar os valores dos impostos cobrados”, respondeu Gil Nadais, presidente da Câmara, acrescentando que o IMI decresceu de 2010 para 2011. Gil Nadais destacou ainda a “redução brutal” das despesas da autarquia.
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Deputado do CDS/PP compara modelo de negócio da água do Carvoeiro às SCUT’s
Abril 4, 2012
por admin
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A aprovação, na última Assembleia Municipal de Águeda, da proposta de expansão da Associação de Municípios do Carvoeiro-Vouga (AMCV) e do contrato de concessão à empresa Águas do Vouga é titulado por António Martins (CDS/PP) como “água inquinada”, em texto de opinião publicado na edição desta semana do Região de Águeda.
O deputado do CDS/PP na Assembleia Municipal de Águeda, considera que o modelo agora aprovado viola os princípios da concorrência e fala da incerteza se “em concurso público não se pudesse chegar a melhores condições negociais”.
Considera mesmo que o modelo “configura um género de mais uma parceria público-privada que, tomando como exemplo as SCUT, estima projecções de consumo mínimas que, se não forem cumpridas, obrigarão a concedente (AMCV) a ter de indemnizar a concessionária. Logo, se os munícipes consumirem menos água não deixarão, por isso, de ver reflectido nas suas contas os montantes já garantidos à concessionária”.
António Martins não deixa de criticar a actuação dos presidentes da Assembleia Municipal e da Câmara Municipal de Águeda. Relativamente a Gil Nadais, insiste mesmo em classificar de “desonestidade política” a reacção final do autarca. “Para além das dúvidas pessoais sobre o modelo, quis impor um negócio do qual desconhecia as reais consequências em cenário de rejeição”.
Recorde-se que a aprovação do negócio pela Assembleia Municipal de Águeda ocorreu ao fim da terceira sessão, num cenário de muitas dúvidas, e com o presidente da Câmara de Albergaria-a-Velha e da AMCV, Agostinho Pereira, chamado para se sentar ao lado de Gil Nadais, a ser decisivo para a aprovação final.
António Martins, no texto de opinião publicado no Região de Águeda, comenta: “Pena que não se tenha conseguido forçar um contrato mais transparente, mais equilibrado e de conteúdo mais pragmático, menos propenso a hipotéticas negociações e ajustes (des)compensatórios que, quando se verificam, deixam sempre o consumidor (indefeso) à beira de um ataque de nervos”.
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Assembleia Municipal: Dúvidas adiam discussão da expansão do sistema de água do Carvoeiro
Fevereiro 29, 2012
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Não fora a intervenção de António Martins (CDS-PP) e tudo indica que a Assembleia Municipal de Águeda teria aprovado uma proposta sobre a expansão do Sistema Regional de Carvoeiro e a alteração aos estatutos na sequência da admissão dos municípios de Oliveira do Bairro e Vagos. E nem mesmo o presidente da Câmara, Gil Nadais, se revia nela – confidenciou o próprio durante a sessão.
A Associação de Municípios do Carvoeiro-Vouga foi criada para promover, realizar e unificar a exploração e serviço público de abastecimento de água e a execução de obras nas áreas dos municípios associados, nomeadamente de captação comum, tratamento, elevação e adução até aos centros de distribuição.
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PSD e CDS/PP não compareceram à sessão da Assembleia Municipal, adiada por falta de quorum
Novembro 21, 2011
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O Grupo Municipal do PSD da Assembleia Municipal, que integra os seus membros directamente eleitos para este órgão e os presidentes de Junta eleitos nas listas do partido, anunciou, em comunicado, a sua ausência na sessão ordinária da Assembleia Municipal desta segunda-feira à noite.
A sessão foi adiada, devido à falta de quorum, pois também o CDS/PP não compareceu. Além dos eleitos pelo PS, só o presidente da Junta de Freguesia de Aguada de Baixo marcou presença.
O agendamento da sessão para uma segunda-feira, com uma extensa ordem de trabalhos e com a colocação no final da mesma da discussão do orçamento e Plano de Actividades da Câmara Municipal para 2012, foram justificações apontadas pelo PSD para a ausência.
Em causa estão “a conciliação entre a vida profissional e política dos membros da Assembleia”, “uma ordem de trabalhos extensa e com assuntos de muita relevância política para o concelho de Águeda” marcada para um dia de semana e a “sempre tardia” entrega “dos documentos de suporte para análise e estudo aos membros da Assembleia Municipal”.
Considerando “absolutamente inaceitável”, o PSD considera que a situação “motiva a presente tomada de posição, em tom de protesto”.
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Câmara de Águeda: PSD e CDS questionam relação com as Juntas e prioridades de investimento
Novembro 10, 2011
por admin
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O reforço dos apoios sociais, a relação da Câmara com os presidentes de Junta de Freguesia e as prioridades de investimento do município para o próximo ano, designadamente com as obras de requalificação urbana, foram questões colocadas pelos representantes do PSD e do CDS/PP na reunião com a maioria socialista do executivo municipal.
O encontro foi convocado pelo presidente da Câmara Municipal de Águeda a propósito do Orçamento e Plano de Actividade (OPA) para 2012.
A melhoria das relações com as Juntas e a forma como são geridas as obras nas freguesias foi um dos pontos referidos pelo PSD. Para Paula Cardoso, a gestão deveria “evoluir para uma planificação das obras necessárias, evitando que os presidentes de Junta sejam mendigos permanentes junto da Câmara”.
Já Eunice Neto (CDS/PP) considera haver “um certo medo instalado nos presidentes de Junta, que passam a vida a pedinchar, mas o sr presidente da Câmara acha que não. O mau estar está instalado, ressalta aos olhos de todos, mas foi negado pelo presidente”.
“É MUITO DIFÍCIL TRABALHAR COM ESTE PRESIDENTE DE CÂMARA”
O PSD considerou ainda que a Câmara deveria “ponderar as obras que pretende fazer”, canalizando recursos para outras prioridades.
O CDS/PP considera as obras “controversas”. Apesar da forma “cordial” como decorreu a reunião, a presidente da concelhia de Águeda referiu ao RA que “é muito difícil trabalhar com este presidente da Câmara: ouve bem mas a sua teimosia fala mais alto, tornando frustrante qualquer discussão para o bem de Águeda!”.
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Linha do Vouga , por António Martins (*)
Ao fim de mais de cem anos questiona-se agora o encerramento (?) da Linha do Vouga. Não sendo a primeira vez que tal acontece, porque já por outras vezes o encerramento da circulação esteve equacionado, é no entanto, agora, o desfecho do que parece ser a visão estratégica do governo relativamente ao desenvolvimento dos transportes para um futuro próximo.
A sobrevivência da linha e da mobilidade ferroviária em quase todo o seu trajecto é absolutamente defensável sob alguns pontos de vista – turístico e ambiental e, há quem diga que também energético – todavia quando nos posicionamos sob diferentes realidades históricas e económicas o caso pode apresentar contornos diferentes daí resultando também perspectivas e análises diversas.
Se me perguntarem se a Linha do Vouga deveria encerrar eu diria no imediato que não. No entanto ninguém discordará que um dos nossos grandes problemas tem sido, quase sempre, a falta de planeamento consensual no que respeita ao desenvolvimento do país, no seu todo. Nunca uma maioria qualificada de decisores esteve de acordo com aquilo que deveria ser o modelo de desenvolvimento estratégico – dos transportes - a médio prazo e, por isso mesmo, caímos no paradoxo de um governo decidir fechar o que outro, pouco tempo antes, decidira remodelar. Pelo meio ficam uns quantos negócios de milhões geridos por zelosas elites administrativas de quem, com desusada frequência vamos ouvindo falar. E nós… cá vamos todos opinando e pagando.
No entanto, como bem sabemos, estamos agora sob condições excepcionais. O endividamento diário é de tal ordem que, aliado ao baixo nível de produtividade de riqueza que vimos enfrentando nos últimos anos, obriga a que sejamos muito mais racionais em detrimento da emotividade.
Apesar dos números relativos à Linha do Vouga indiciarem algum crescimento no que toca a passageiros; constatando que há muito deixou de ser uma opção credível no transporte de mercadorias; aceitando que o encerramento entrará, de algum modo, em contra-ciclo com investimentos feitos e a fazer na cidade de Águeda; ponderados os custos correntes de manutenção e também as necessidades de investimento quer na remodelação de material circulante quer das infra-estruturas de apoio aos passageiros, nas diversas estações e apeadeiros; não negando que a linha foi, até anos recentes, um factor importantíssimo na redução do isolamento do interior ( se bem que hoje nem tanto assim será); ponderados mais uns quantos elementos de análise que não se podem descurar quando se pretende discutir a manutenção de projectos desta natureza, é lícito perguntar-se:
- Algum privado ousaria, neste momento, concessionar a Linha do Vouga? Investindo os seus próprios meios – ou mesmo absorvendo alguns fundos comunitários disponíveis mas sem recorrer aos usuais e regulares “financiamentos públicos”? Haveria massa crítica na Linha para pagar a sua sobrevivência?
Ou, então, todos aqueles que defendem a operacionalidade estão dispostos a suportá-la do seu próprio bolso, com mais impostos?
Não defendendo claramente o encerramento não me repugna aceitar uma suspensão temporária – acompanhada de soluções rodoviárias equilibradas - até que o óptimo e o possível consigam conviver à mesma mesa.
(*) Membro da Assembleia Municipal de Águeda pelo CDS/PP
Legislativas: Porque devem votar em mim?
Maio 26, 2011
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Os líderes dos principais partidos políticos falam aos leitores do Região de Águeda sobre as eleições legislativas de 5 de Junho. José Sócrates (PS), Pedro Passos Coelho (PSD), Paulo Portas (CDS/PP) e Francisco Louçã (BE) procuram responder à questão colocada pelo nosso jornal: “Porque devem votar em mim?”
Jerónimo de Sousa (CDU) faltou à chamada. Rui Bastos, director do RA, em editorial, explica que o PCP “pretendeu impor o seu figurino próprio e que o texto solicitado fosse do candidato do cabeça de lista pelo Distrito de Aveiro”, quando a iniciativa se destinava aos líderes dos respectivos partidos. “A iniciativa é nossa, não lhes competia impor o que quer que fosse”.
Sócrates fala de “desafios e compromissos futuros”, Passos Coelho afirma que “está na hora de mudar”, Paulo Portas que “este é o momento” e Francisco Louçã argumenta a partir da questão “Porquê votar no Bloco de Esquerda”.
(edição impressa)
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