Autárquicas: Paula Cardoso apresenta candidatura “das pessoas e humanização das políticas”

Junho 18, 2013 por admin  
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“A minha aposta é nas pessoas e na humanização das políticas municipais”, afirmou Paula Cardoso, candidata da coligação PSD / CDS-PP à presidência da Câmara de Águeda, na noite da sua apresentação oficial, que contou com a presença de Manuela Ferreira Leite, que será a presidente da comissão de honra da candidatura.

Na sua primeira intervenção pública como candidata da coligação, Paula Cardoso falou das suas prioridades que passam pelo incentivo à natalidade e aposta nas politicas de fixação da população, que que promovam uma melhor conciliação entre a vida profissional e a vida pessoal, e ainda no apoio aos idosos, na promoção à criação de emprego, no apoio às crianças, no crescimento harmonioso do concelho.

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Autárquicas: Manuela Ferreira Leite apresenta coligação PSD/CDS em Águeda

Junho 12, 2013 por admin  
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A coligação PSD / CDS-PP, denominada ‘Todos Somos Águeda’, vai apresentar oficialmente a sua candidata, Paula Cardoso (na foto), na sexta-feira, dia 14 de Junho, a partir das 21h30, na Biblioteca Municipal Manuel Alegre.

A apresentação contará com a participação de Manuela Ferreira Leite, antiga presidente do PSD e ex-ministra das Finanças, e de Luís Montenegro, líder do Grupo Parlamentar do PSD na Assembleia da República.

Recorde-se que Paula Cardoso é deputada à Assembleia da República eleita pelo PSD. O número 2 da lista será Miguel Oliveira, presidente da concelhia do CDS-PP.

Curiosamente, a coligação escolhe um espaço público que tem o nome de um socialista para fazer esta apresentação oficial. Não menos curioso é o fato do nome de Manuel Alegre ter sido atribuído à biblioteca por proposta de Paula Cardoso, quando era vereadora da Câmara Municipal de Águeda.

Ex-autarca Elói Correia absolvido em tribunal de acusação pública por denúncia da atual Câmara

Abril 9, 2013 por admin  
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Elói Correia, ex-vice-presidente e presidente da Câmara Municipal de Águeda eleito pelo PSD, foi absolvido num processo em que era acusado de beneficiar um empreiteiro em 2001, numa obra municipal. O coletivo de juízes julgou também improcedente o pedido de indemnização cível feito pelo município, assistente no processo, no valor de 10.363 euros acrescidos de juros.

O acórdão judicial não verificou “elementos objetivos” para as acusações do Ministério Público (MP), que imputava aos arguidos (Elói Correia e o engenheiro camarário José António Barreira) crimes de prevaricação, participação económica em negócio e falsificação de documentos.

A acusação pública foi sustentada numa denúncia feita em Fevereiro de 2010 pelo atual presidente da Câmara, Gil Nadais (PS).

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ESTGA: Debate sobre reforma autárquica evidencia país que não se entende

“Reforma autárquica - repensar os concelhos?” seria o repto do segundo debate de um ciclo promovido pela ESTGA – Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Águeda -, mas quem encheu o auditório (alunos, professores, muitos autarcas…) presenciou uma sessão que espelha um país, cheio de egos, que não se entende.

O desafio colocado pelo moderador Filipe Teles (professor do Departamento de Ciências Sociais, Políticas e do Território da Universidade de Aveiro) – “se esta era a reforma necessária e que impactos” num “Portugal que é um dos países mais centralizados da Europa” – perdeu-se nos labirintos da partidarite aguda e em intervenções que pouco contribuíram para um debate profundo sobre o tema em apreço.

Pelo meio, emergiram duas ideias diferentes de como “repensar os concelhos” por parte dos dois presidentes de Câmara presentes: Gil Nadais (PS, Águeda) e João Barbosa de Melo (PSD, Coimbra).

A iniciativa da ESTGA envolveu dois deputados da Assembleia da República (Carlos Abreu Amorim, do PSD, e José Mota Andrade, do PS), dois presidentes de Câmara (Gil Nadais, de Águeda, e João Barbosa de Melo, de Coimbra), o chefe de gabinete da secretária de Estado da Administração Local e Reforma Administrativa (Jorge Gaspar) e o presidente da Associação Nacional de Freguesias (Armando Vieira).

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PRESIDENTES DA CÂMARA DE ÁGUEDA E DE COIMBRA DIVERGEM: MUNICÍPIOS DEVEM ACABAR?… OU HÁ APENAS PEQUENAS CORREÇÕES A FAZER? (edições e-paper e impressa)

Alberto Marques questiona benefícios das viagens do presidente da Câmara ao estrangeiro

Janeiro 9, 2013 por admin  
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As deslocações que o presidente da Câmara Municipal de Águeda, Gil Nadais, tem efectuado ao estrangeiro é assunto abordado por Alberto Marques, membro do PSD na Assembleia Municipal, em artigo de opinião na edição desta semana do Região de Águeda.

Alberto Marques identifica viagens a “Rio Grande do Sul (Brasil), Tampere (Finlândia), Munique (Alemanha), Mérida (Espanha), La Sagra (Espanha), Malmö (Suécia), Estocolmo (Suécia), Friburgo (Alemanha), Bordéus (França), Gateshead (Inglaterra), Glasglow (Escócia), Holanda, Bissau (Guiné-Bissau), Ponferrada (Espanha), Valença (Espanha), Sint-Gillis-Waas (Bélgica), Londres (Inglaterra), Riva del Garda (Itália), Bruxelas – várias visitas – (Bélgica), Jilin (China), Gansú (China), Newark – mais do que uma vez – (Estados Unidos da América), Newcastle (Inglaterra), Barcelona (Espanha), Cracóvia (Polónia)…”

O articulista refere: “Não pretendo com este resumo pôr em causa a validade e relevância das viagens, e reconheço que nenhum município ganharia coisa nenhuma fechando-se ao Mundo ou limitando-se a olhar para o próprio umbigo”. Porém, “entendo que seria muito bom que soubéssemos, de forma clara e precisa, quais os custos e os benefícios das mesmas”. Questiona depois: “Será assim tão difícil – ou incómodo – apresentar um simples relatório de viagem, mencionando os respectivos âmbito, custo, objectivos, potencial interesse para Águeda e, posteriormente, um balanço dos benefícios efectivos decorrentes da viagem?”

(TEXTO DE OPINIÃO NAS VERSÕES E-PAPER E IMPRESSA)

Assembleia Municipal: Presidentes de Junta viabilizam orçamento e plano da Câmara

Dezembro 30, 2012 por admin  
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A Assembleia Municipal de Águeda aprovou por maioria, na noite de sexta-feira, dia 28, o plano e orçamento da Câmara Municipal de Águeda para 2013, no valor de 42,8 milhões de euros.

Os eleitos do PSD seguiram a tendência de voto dos vereadores do seu partido no executivo municipal, votando contra, mas houve presidentes de Junta eleitos em listas social-democratas que aproveitaram o facto de não ter havido disciplina de voto para viabilizarem o documento. O mesmo sucedeu no CDS/PP.

Candidata do PSD à Câmara de Águeda não quer falar de coligações

Dezembro 18, 2012 por admin  
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Paula Cardoso, candidata à Câmara Municipal de Águeda, diz que ainda é prematuro falar sobre coligações ou acordos, lembrando que a sua candidatura para ser oficial terá ainda que ser aprovada pela nacional do partido.

A candidata social democrata, que foi aprovada em plenário concelhio, também não avança para já com nomes que farão parte da sua lista à Câmara. Fala para já do que a motivou a avançar com a sua candidatura: “as pessoas, as suas dificuldades, os seus anseios e a constatação que Águeda vive um tempo difícil em que é preciso direccionar políticas que vão de encontro ao bem estar das pessoas em vez de nos concentrarmos em alindamentos”, refere.

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Deputada Paula Cardoso confirmada pelo PSD como candidata à Câmara de Águeda

Dezembro 12, 2012 por admin  
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Paula Cardoso é a candidata do PSD à presidência da Câmara de Águeda nas eleições autárquicas do próximo ano. A informação, agora tornada oficial, foi avançada pelo RA, em primeira-mão, em Outubro. Resta saber se avança ou não em coligação com o CDS-PP, um cenário dado por muitos como o mais provável.

O PSD reuniu em plenário esta segunda-feira, dia 10, tendo aprovado a proposta da comissão política concelhia de Águeda, que indicou o nome da deputada à Assembleia da República para candidata à Câmara pelo partido. O plenário deu parecer favorável à candidatura.

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Paulo Matos (PSD) elogia gestão de Gil Nadais na Câmara

Novembro 14, 2012 por admin  
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“O senhor presidente da Câmara tem feito uma boa gestão e é por essa boa gestão que pode tomar estas medidas (descida de impostos). O resto é ambiente pré-eleitoral”, disse Paulo Matos (PSD), na última Assembleia Municipal, criticando o ambiente de crispação verificado durante a sessão.

Para o ex-presidente da Assembleia Municipal de Águeda e actual deputado social-democrata, “este não é o local para discutir ordenados profissionais e questões da vida privada”. O social-democrata criticou ainda o PS pela forma como tratou o actual presidente da Assembleia Municipal, o socialista Celestino de Almeida, na última sessão.

“O nível de crispação que temos assistido nas Assembleias Municipais e no país não deixa satisfeito nenhum político e assistir a situações destas torna-se cada vez mais penoso para mim”, disse, acrescentando que “ninguém ganha com este debate”.

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Está.bem@Águeda.pt , por Alberto Marques (*)

Novembro 12, 2012 por admin  
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A confirmar-se a intenção do Presidente da Câmara Municipal de Águeda em endurecer posições no presente conflito de interesses entre a autarquia e a empresa AdRA – Águas da Região de Aveiro, penso que se trata de uma boa notícia para o concelho.

Segundo a imprensa regional, a que se juntam algumas recentes intervenções do Dr. Gil Nadais na Assembleia Municipal, a autarquia terá enviado uma proposta à AdRA tendo por objectivo “colocar um ponto final nos sucessivos adiamentos dos investimentos que são necessário no concelho”. O jornal Diário de Aveiro avançou que “o documento-proposta remetido à AdRA é assinado pelo presidente da autarquia, referindo que “os investimentos previstos para o concelho estão irremediavelmente atrasados, não sendo realista pensar que possam ser recuperados de forma a que as expectativas criadas às populações sejam concretizadas, uma vez que estava previsto terminarem em Dezembro de 2012”.

Recordo que, aquando da concessão dos serviços de águas e saneamento, a mesma pressupunha obrigações de ambas as partes: por um lado, a CMA assegurava que os utentes iriam suportar taxas muito mais elevadas do que as praticadas até então; por outro, a AdRA, graças a esta revisão de tarifários, e à possibilidade de obter financiamentos externos em condições mais vantajosas, garantiria a construção das infra-estruturas ainda necessárias, bem como a manutenção das existentes. O resultado é conhecido: os preços da água e do saneamento subiram em flecha, mas a AdRA não realizou um centímetro das obras a que estava obrigada.

Bem pode a AdRA (e o presidente da Câmara) alegar que a culpa é do Governo, que as obras não avançam por este ou aquele motivo. A verdade é que a AdRA é uma empresa que assinou um contrato e assumiu responsabilidades. Nós, os consumidores, cumprimos – dolorosamente – a nossa parte, pagando o que nos exigiram. Eles não.

Não conheço em profundidade a situação financeira da Câmara Municipal mas, se o Presidente garante que está em condições de assumir a responsabilidade de executar os investimentos necessários (presumo que, com recurso a capitais próprios, verbas a receber da Adra e eventuais financiamentos dentro dos limites permitidos à autarquia), então é de avançar, sem medos. Pior do que estamos, certamente, não ficamos…

Mas há mais: o Dr. Gil Nadais avançou com a possibilidade de também sair do programa “Polis Litoral Ria de Aveiro”, exigindo que o município seja ressarcido das verbas entretanto avançadas, sem que o projecto tenha trazido quaisquer vantagens para o concelho.

Quando se paga adiantado – e bem – por serviços contratualizados, o mínimo esperado é que as partes cumpram as suas obrigações. Não sendo o caso, para mais tratando-se de dinheiros públicos, há que dar um murro na mesa e resolver de uma vez o problema. Duplos parabéns, portanto, por ambas as iniciativas, Dr. Gil Nadais. Espero que seja bem sucedido nestas negociações, e que as mesmas se concluam com a maior brevidade. Águeda não pode esperar mais.

Está.mal@Águeda.pt

Certas medidas, por mais bem intencionadas que sejam, quando aplicadas de forma cega e exagerada, podem revelar-se contraproducentes. A autarquia aguedense decidiu – e bem – que era necessário poupar nos gastos com a iluminação pública. A decisão de apagar, de forma intercalada, algumas lâmpadas e postes em diversas ruas, foi acertada e deve ser aplaudida. Já a insistência, muito para além do razoável, em manter apagada a totalidade da iluminação em diversas zonas da cidade e zonas limítrofes, é uma tontice. Não sei se o controlo é feito de forma automática (sensores de luminosidade) ou se são programações horárias arbitrárias. O resultado é que não podia ser pior: ruas em plena escuridão ao anoitecer, zonas industriais no mais escuro breu quase toda a noite, enfim, um autêntico “manto de  trevas” que nem a crise pode justificar, e que acrescenta vários perigos para todos os cidadãos.

Havia mesmo necessidade?…

(*) - Membro da Assembleia Municipal de Águeda (PSD)

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